Sexta, 19 De Abril De 2024
       
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Barra vai à Justiça para que cantor devolva parte do cachê


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Publicado em 16 de fevereiro de 2024
Por Jornal Do Dia Se


O prefeito da Barra dos Coqueiros Alberto Macedo

 
Milton Alves Júnior
 
A Prefeitura de Barra  dos Coqueiros confirmou no início da tarde de ontem ao JORNAL DO DIA que decidiu acionar judicialmente o cantor baiano Igor Kannário, para que o artista realize a devolução de 20% do valor depositado pela administração municipal. Esse percentual equivale a aproximadamente 26 mil reais da primeira parcela prevista no contrato; ao todo, o cachê final custou aos cofres públicos 250 mil, porém apenas 130 mil – referente a 50% do acordado, foi depositado. A segunda parcela seria quitada após o encerramento do show. De acordo com a administração municipal, o artista descumpriu duas cláusulas do contrato: horário do início – houve atraso de três horas -, bem como o tempo de apresentação.
Conforme previsto no acordo entre as partes, o show marcado para acontecer na última terça-feira (13), teria três horas de duração, mas ao atingir metade do tempo previsto, Kannário decidiu anunciar o fim do show. Houve tentativa por parte dos organizadores para que a apresentação continuasse, mas o artista decidiu manter a respectiva decisão. Ao se retirar do trio elétrico com destino ao carro que o conduziria para outra apresentação, o cantor foi abordado e agredido por populares. Houve correria, seguranças e produtores tentaram minimizar o conflito, porém o cenário de ordem somente foi reestabelecido com a aproximação de agentes da Polícia Militar. A assessoria do artista se manifestou de forma breve.
De acordo com os representantes do artista, após ter conhecimento do processo, a assessoria jurídica foi mobilizada para estudar o pleito apresentado pela Prefeitura de Barra dos Coqueiros. Não houve esclarecimentos sobre os possíveis motivos que contribuíram para o atraso do show, tampouco para o encerramento antes do horário previsto. “O contrato definia também a duração mínima do show em 180 minutos (3 horas). Lamentavelmente, a banda encerrou o show uma hora e meia antes do previsto, o que fere o estipulado contratualmente. Além disso, o show, previsto para às 16 horas, foi iniciado com mais de 3 horas de atraso devido a questões do cantor”, oficializou a administração municipal.
 
Recorrência – Este foi o segundo caso de conflito protagonizado pelo artista em Sergipe, em menos de um mês. No dia 21 de janeiro, na cidade de Poço Verde, o proprietário de um trio elétrico decidiu suspender o serviço de som por ato semelhante a vandalismo e depredação provocada pelo cantor. Conforme denunciado pelo gerente Paulo Henrique Passos, o volume do som passou a ser diminuído após Igor Kannário subir e pular em uma caixa de som, danificando o equipamento. Orientações prévias foram apresentadas, mas o cantor seguia desrespeitando-as. Durante este carnaval também houve contratempo entre Igor Kannário e a Prefeitura de Salvador.
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