Frustração. Este foi o sentimento que professores das redes municipais de Sergipe tiveram ao deixar o pleno do Tribunal de Contas (TCE), no fim da manhã desta quinta-feira, 18. A categoria compareceu ao pleno do TCE para acompanhar a votação das medidas cautelares que obrigam os prefeitos a garantir pagamento de salários dos professores em dia. No entanto, novamente as medidas não foram votadas.
Na quinta-feira passada, os professores também participaram da sessão do pleno do TCE na esperança que os conselheiros do Tribunal votassem e aprovassem as medidas cautelares. Mas os conselheiros adiaram a votação daquele dia para esta quinta-feira, 18, e afirmaram que iriam votar no mínimo 24 das 53 medidas cautelares, que hoje tramitam no TCE contra as prefeituras que atrasam salário de professores.
A votação não ocorreu e para tornar o sentimento de frustração entre os professores ainda maior, o conselheiro Luís Augusto Ribeiro, declarou que não via necessidade de aprovar medidas cautelares que obriguem os prefeitos de Cumbe, Muribeca, Santa Rosa de Lima e Telha (municípios que fazem parte da área de coordenação do conselheiro) a pagar o salário dos professores em dia, mesmo tais prefeituras pagando mês após mês o salário dos professores com atraso, inclusive o salário do mês de julho.
Em Muribeca e em Santa Rosa de Lima a prefeitura pagou com atraso, os professores receberam o salário de julho somente no dia 10 de agosto. A mesma situação foi vivenciada pelos professores de Telha. Em Cumbe a prefeitura pagou apenas 60% dos professores. professor tce


