Corpo de homem encontrado em geladeira era de advogado gaúcho

Conforme anunciado na manhã de ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), os estudos identificaram contradição no depoimentos, e, ao abranger as análises, foi constatado que o homem indicado não é o pai. Foto: Reprodução/G1

Perícias avançadas desenvolvidas pela Polícia Civil indicam que o corpo do homem encontrado dentro de uma mala, armazenada em geladeira, pode pertencer ao Jornalista e Advogado Celso Adão Portella. Natural do estado do Rio Grande do Sul, a vítima possuía 80 anos de idade e teria desembargado em Aracaju com a finalidade de trabalhar como professor universitário. Após ser provocada pelo JORNAL DO DIA, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE) informou com exclusividade que as análises científicas podem, nas próximas horas, constatar estas informações.
No início da noite de ontem o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Sergipe (Sindijor/SE), foi comunicado que familiares da vítima haviam confirmado esta informação. Empresas oficiais de comunicação do RS, com base em entrevistas realizadas junto a familiares de Celso Portella, destacaram que o comunicador revelou a relação amorosa que havia construído em solo sergipano com a mulher presa. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), também foi comunicada sobre o assunto. A Associação Riograndense de Imprensa (ARI), lamentou o fato, pediu celeridade na investigação, bem como a pronta responsabilização dos responsáveis pelos crimes.
A entidade sindical em Sergipe – associada à Fenaj e à Central Única dos Trabalhadores (CUT) -, diante do conjunto de informações compartilhadas entre familiares e Polícia Civil sergipana, também emitiu nota de solidariedade aos familiares, e desejou que o crime seja elucidado de forma breve, com todas as responsabilidades penais devidamente atribuídas aos responsáveis pelo óbito e/ou ocultação de cadáver.

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