Descarte de R$ 40 mil em sapatos causa aglomeração no Centro

 

Um empresário provocou aglomeração no Centro de Aracaju, ao início da manhã de ontem, depois de anunciar um descarte de mais de 350 calçados. A concentração de pessoas aconteceu em frente à loja Couro Art, no Calçadão da Rua São Cristóvão. O próprio dono da loja, Edmundo Xavier, avisou antes em redes sociais e alguns veículos de imprensa que as mercadorias avaliadas em R$40 mil não tinham qualquer condição de venda, porque estavam mofados e estragados devido à ação das chuvas e da umidade. 
Mesmo com essa ressalva, aproximadamente 200 pessoas se concentraram na porta da loja, o que provocou um princípio de tumulto. Na tentativa de pegar algum sapato, teve gente que chegou no local por volta das 4h da madrugada desta quinta-feira. A Polícia Militar chegou a ser chamada e dispersou a multidão. A confusão formada levou o empresário a desistir do descarte. "Não era minha intenção gerar essa polêmica e aglomeração. Estou arcando sozinho com esse prejuízo, porque não tenho mais como vender essa mercadoria", disse ele.
O empresário reclama que o seu negócio está parado há quatro meses, por causa das medidas de isolamento social baixadas para combater o coronavírus. Por causa da paralisação, ele afirma que vem enfrentando dificuldades para manter os 22 empregados de sua loja e que chegou a recorrer a empréstimos para pagar as despesas com salários, encargos e manutenção da empresa. "Com isso quero mostrar a realidade que está acontecendo, em virtude de sucessivos decretos irresponsáveis que estão acabando com o comércio sergipano. Há muita gente passando fome. A situação é caótica e chegamos ao fundo do poço. Nós que somos comerciantes geramos emprego e renda. Mas chega o momento de darmos um basta. Para mim, esgotou. Estamos sendo tratados como marginais, como bodes expiatórios para os problemas da covid-19", protestou Edmundo.
Após a dispersão do público, os calçados foram recolhidos por uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semasc), que vai doar o material para instituições e projetos voltados a pessoas em situação de rua.

Um empresário provocou aglomeração no Centro de Aracaju, ao início da manhã de ontem, depois de anunciar um descarte de mais de 350 calçados. A concentração de pessoas aconteceu em frente à loja Couro Art, no Calçadão da Rua São Cristóvão. O próprio dono da loja, Edmundo Xavier, avisou antes em redes sociais e alguns veículos de imprensa que as mercadorias avaliadas em R$40 mil não tinham qualquer condição de venda, porque estavam mofados e estragados devido à ação das chuvas e da umidade. 
Mesmo com essa ressalva, aproximadamente 200 pessoas se concentraram na porta da loja, o que provocou um princípio de tumulto. Na tentativa de pegar algum sapato, teve gente que chegou no local por volta das 4h da madrugada desta quinta-feira. A Polícia Militar chegou a ser chamada e dispersou a multidão. A confusão formada levou o empresário a desistir do descarte. "Não era minha intenção gerar essa polêmica e aglomeração. Estou arcando sozinho com esse prejuízo, porque não tenho mais como vender essa mercadoria", disse ele.
O empresário reclama que o seu negócio está parado há quatro meses, por causa das medidas de isolamento social baixadas para combater o coronavírus. Por causa da paralisação, ele afirma que vem enfrentando dificuldades para manter os 22 empregados de sua loja e que chegou a recorrer a empréstimos para pagar as despesas com salários, encargos e manutenção da empresa. "Com isso quero mostrar a realidade que está acontecendo, em virtude de sucessivos decretos irresponsáveis que estão acabando com o comércio sergipano. Há muita gente passando fome. A situação é caótica e chegamos ao fundo do poço. Nós que somos comerciantes geramos emprego e renda. Mas chega o momento de darmos um basta. Para mim, esgotou. Estamos sendo tratados como marginais, como bodes expiatórios para os problemas da covid-19", protestou Edmundo.
Após a dispersão do público, os calçados foram recolhidos por uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semasc), que vai doar o material para instituições e projetos voltados a pessoas em situação de rua.

 

Compartilhe esta notícia