O jogador sergipano Diego Costa, que estava até recentemente no Atlético Mineiro, teve o seu sigilo bancário por ordem da 6ª Vara da Justiça Federal de Sergipe, em Itabaiana (Agreste). A decisão atendeu a um pedido da Polícia Federal de Sergipe, que investiga o atacante por suspeitas de crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro, apurados pela “Operação Distração”, deflagrada em novembro do ano passado.
A operação investiga a possível participação do atacante com uma empresa de apostas online. A suspeita é que o jogador atue como financiador da sede da empresa em Aracaju. Na época do depoimento, Costa negou o envolvimento. O processo acontece em segredo de Justiça e a determinação da quebra do sigilo é em relação às contas bancárias de Diego na Espanha, onde ele também atuou como jogador do Atlético de Madrid. A PF informou que aguarda a quebra do sigilo bancário, que demora porque a agência é espanhola.
Em nota, a assessoria jurídica do jogador sergipano disse que “acompanha de perto o desenrolar das investigações relativas à Operação Distração, no exercício da ampla defesa, aguardando os próximos passos e resultados das diligências, sempre à disposição para colaborar com a busca da verdade real, por meio do devido processo legal”. Os advogados ainda disseram não ter nada a declarar sobre a quebra de sigilo bancário internacional, pois “a medida cautelar não lhe traz surpresa alguma, sendo, portanto, apenas uma fase seguinte no cronograma investigativo, que tem o propósito de confirmar as declarações prestadas pelo jogador à Polícia Federal.
Diego Costa tem o sigilo bancário quebrado a pedido da PF


