Fábrica de ducha quer crescer 20%

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), Saumíneo Nascimento, visitou ontem a fábrica de duchas Corona, localizada no bairro Siqueira Campos, em Aracaju. A visita dá continuidade à política do Governo do Estado em estreitar cada vez mais as relações com os empreendedores sergipanos. Acompanharam o secretário, os diretores da Companhia de Desenvolvimento Industrial e de Recursos Minerais de Sergipe (Codise).

Durante a visita, o secretário conheceu as instalações do prédio, que possui cerca de 800 trabalhadores. De acordo com o diretor industrial da Corona, Mário Ruben, a indústria produz 14 mil chuveiros por dia, alcançando R$ 10 milhões mensais em vendas. "Durante o inverno nossa produção sobe para 18 mil unidades e, assim, também geramos mais empregos. Este ano, lançaremos três novas linhas de produtos e para isso fizemos um investimento de cerca de R$ 1 milhão em duas novas grandes máquinas. Tenho certeza que terá uma aceitação excelente", destaca.

Fundada em 1962, a empresa apresenta um portfólio extenso, que conta com duchas, aparelhos de banho diferenciados e torneiras que atendem aos mais variados perfis de consumidores. A indústria foi responsável por uma grande inovação ao fabricar uma opção mais econômica e segura para o banho, a ducha plástica. Há uma década instalada na capital sergipana, principalmente devido aos incentivos fiscais que recebe do Governo de Sergipe, a fábrica teve um crescimento de 14% em 2012 e a expectativa para 2013 é atingir 20%.

 "Essa relação com o Governo Estadual é muito importante para um desenvolvimento ainda maior da Corona. Mesmo com o nosso principal mercado consumidor localizado nas regiões Sul e Sudeste, o Norte e Nordeste também apresentam mercados em expansão e iremos explorá-los cada vez mais", explica Mário.
A empresa conta atualmente com duas unidades: Aracaju (industrial) e Guarulhos (administrativa), gerando 1.200 postos de trabalho. Todos os produtos Corona têm seu desempenho aprovado pelo INMETRO e está em conformidade com o PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem). Além de atenderem às recomendações fundamentais da IEC (International Electrotechnical Comission). Além do setor de SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor), a indústria conta hoje com mais 200 assistências técnicas em todo o território nacional.

Compartilhe esta notícia