Ficco desarticula tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Itabaiana

CELULARES, DINHEIRO E CARREGADORES DE PISTOLAS FORAM APREENDIDOS DURANTE OPERAÇÃO EM SERGIPE, ALAGOAS E SÃO PAULO (Divulgação/SSP)
Milton Alves Júnior
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Uma operação unificada entre agentes da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais, resultou na prisão de seis pessoas suspeitas de compor uma associação criminosa especializada um esquema milionário de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro esquema milionário de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Todos os suspeitos foram encontrados e abordados nas respectivas residências nas cidades de Itabaiana, Aracaju, Estância, Olho d’Água do Casado (AL) e Campinas (SP). Estima-se que que o grupo pode ter movimentado cerca de R$ 32 milhões, entre os anos de 2021 e 2025.
Pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), foi revelado que os profissionais integrados à Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE), identificaram durante os estudos que o grupo criminoso era responsável pela distribuição de entorpecentes, principalmente crack e maconha na cidade serrana. De acordo com o levantamento investigativo, este esquema tinha por costume utilizar contas bancárias de terceiros e para depósitos fracionados, como estratégia de ocultação dos valores ilícitos. Em decorrência da continuidade das investigações, os nomes dos envolvidos não foram anunciados.
O boletim de ocorrência constatando a prisão dos seis suspeitos, constatou ainda a apreensão de aparelhos celulares, dois carregadores de pistola, R$ 44 mil em espécie e outros materiais utilizados no movimento criminoso. Após prestar depoimento inicial, todos os suspeitos foram conduzidos à Superintendência Regional da Polícia Federal, em Aracaju, onde os mandados foram formalmente cumpridos. Até o início da noite de ontem todos permaneciam detidos, à disposição do poder judiciário. Devido a manutenção dos estudos direcionados para esta organização, a SSP – por intermédio da FICCO, não descarta a possibilidade de novas ações unificadas.
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