Governador tenta evitar paralisação de médicos

 

Na tarde de ontem os profissionais da medicina recepcionaram nas dependências do Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed), o governador Belivaldo Chagas. O encontro atípico entre a classe trabalhadora e o chefe do executivo Estadual ocorreu para discutir a situação enfrentará por especialistas que atuam no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), e da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL). Desde o ano passado os profissionais lutam pela aplicação da isonomia salarial, melhores condições de trabalho e diálogo mais frequente junto aos gestores da administração estadual.
Mais cedo, por volta das 8h, Médicos que prestam serviços ao abuse voltaram a cruzar os braços como forma de pressionar o Governo do Estado a atender o pleito dos trabalhadores. Durante mais de duas horas seguidas o Sistema Único de Saúde (SUS) no maior hospital público do Estado funcionou com 30% a menos do quadro funcional. Na avaliação do sindicalista João Augusto, a ida de Belivaldo à base dos médicos mostra simpatia por parte do governador em conhecer amplamente o pleito e tentar solucionar os impasses com brevidade. As reivindicações foram apresentadas de forma detalhada, também, aos assessores os quais acompanhavam o Belivaldo.
"Não podemos negar que nos foi uma grata surpresa a aceitação dele em seguir até a nossa sede e dialogar olho no olho com a categoria que, confesso, já não suportava mais a falta de atenção para conosco. Ele nos trouxe boas expectativas e nesse encontro tivemos a oportunidade de apresentar com riqueza de detalhes o que estamos pleiteando", disse. O Sindicato dos Médicos garantiu que a partir desta manhã a escala de cirurgiões plásticos estará completa a fim de atender às demandas previamente agendadas, bem como aos casos de urgência e emergência. No encontro ainda foram debatidos os casos de falta de material, superlotação e condições de trabalho.
Sem demonstrar interesse em minimizar o clima pacifico entre classe trabalhadora e gestão pública, Augusto não descartou a possibilidade de promover novos atos públicos caso o pleito não registre avanços, mas disse acreditar em novo cenário a ser deparado pelos médicos e população em geral. "Nossa luta não vai parar, seguimos atentos aos desdobramentos justamente para que consigamos esse direito. O que ocorre é que o governador mostrou simplicidade, conversou com a gente em um diálogo no meu ver progressista e acreditamos sim em passos positivos. A reunião foi proveitosa e dentro de uma linha reivindicada há anos pelo sindicato", pontuou.
Estudo – Belivaldo Chagas reconheceu o respectivo raso conhecimento sobre as reivindicações, mas garantiu reunir os assessores ligados à Secretaria de Estado da Saúde para analisar os estudos técnicos referentes a este pleito. "Confesso que não sei se existe. O que posso garantir é que não vim até aqui para ouvir os pedidos e não tentar resolvê-los. Sabemos das dificuldades e limitações, mas vamos pegar pasta por pasta, dividir os seguimentos (FHS/SES) e trabalhar para solucionar os problemas. Representantes do Sindimed estão convidados a acompanhar e colaborar com essa análise", declarou. (Milton Alves Júnior)

Na tarde de ontem os profissionais da medicina recepcionaram nas dependências do Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed), o governador Belivaldo Chagas. O encontro atípico entre a classe trabalhadora e o chefe do executivo Estadual ocorreu para discutir a situação enfrentará por especialistas que atuam no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), e da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL). Desde o ano passado os profissionais lutam pela aplicação da isonomia salarial, melhores condições de trabalho e diálogo mais frequente junto aos gestores da administração estadual.
Mais cedo, por volta das 8h, Médicos que prestam serviços ao abuse voltaram a cruzar os braços como forma de pressionar o Governo do Estado a atender o pleito dos trabalhadores. Durante mais de duas horas seguidas o Sistema Único de Saúde (SUS) no maior hospital público do Estado funcionou com 30% a menos do quadro funcional. Na avaliação do sindicalista João Augusto, a ida de Belivaldo à base dos médicos mostra simpatia por parte do governador em conhecer amplamente o pleito e tentar solucionar os impasses com brevidade. As reivindicações foram apresentadas de forma detalhada, também, aos assessores os quais acompanhavam o Belivaldo.
"Não podemos negar que nos foi uma grata surpresa a aceitação dele em seguir até a nossa sede e dialogar olho no olho com a categoria que, confesso, já não suportava mais a falta de atenção para conosco. Ele nos trouxe boas expectativas e nesse encontro tivemos a oportunidade de apresentar com riqueza de detalhes o que estamos pleiteando", disse. O Sindicato dos Médicos garantiu que a partir desta manhã a escala de cirurgiões plásticos estará completa a fim de atender às demandas previamente agendadas, bem como aos casos de urgência e emergência. No encontro ainda foram debatidos os casos de falta de material, superlotação e condições de trabalho.
Sem demonstrar interesse em minimizar o clima pacifico entre classe trabalhadora e gestão pública, Augusto não descartou a possibilidade de promover novos atos públicos caso o pleito não registre avanços, mas disse acreditar em novo cenário a ser deparado pelos médicos e população em geral. "Nossa luta não vai parar, seguimos atentos aos desdobramentos justamente para que consigamos esse direito. O que ocorre é que o governador mostrou simplicidade, conversou com a gente em um diálogo no meu ver progressista e acreditamos sim em passos positivos. A reunião foi proveitosa e dentro de uma linha reivindicada há anos pelo sindicato", pontuou.
Estudo – Belivaldo Chagas reconheceu o respectivo raso conhecimento sobre as reivindicações, mas garantiu reunir os assessores ligados à Secretaria de Estado da Saúde para analisar os estudos técnicos referentes a este pleito. "Confesso que não sei se existe. O que posso garantir é que não vim até aqui para ouvir os pedidos e não tentar resolvê-los. Sabemos das dificuldades e limitações, mas vamos pegar pasta por pasta, dividir os seguimentos (FHS/SES) e trabalhar para solucionar os problemas. Representantes do Sindimed estão convidados a acompanhar e colaborar com essa análise", declarou. (Milton Alves Júnior)

 

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