Governo participa de Webconferência com Ministério da Saúde sobre o Novo Coronavírus

 

Secretaria de Estado da Saúde (SES) participou, na tarde desta quarta-feira (29), de webconferência que convocou todos os estados da federação, a fim de discutir estratégias de prevenção, protocolos clínicos e hospitalares de atendimento, e o último boletim epidemiológico.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Mércia Feitosa, representaram o estado de Sergipe, os técnicos da Rede de Urgência e Emergência, da Vigilância Epidemiológica, da Vigilância Sanitária, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), técnicos do Hospital de Urgência (Huse), do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e do Núcleo de Segurança do Paciente.
"A oportunidade serviu para definirmos algumas ações, entre elas uma Nota Técnica que vai orientar todos os profissionais da Rede Hospitalar em consonância com as orientações e o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde", disse Mércia.
A transmissão acontece de pessoa para pessoa, através do ar, por meio de gotículas de saliva, tosse, espirro, catarro, toque ou aperto de mão e contato com objetos ou superfícies contaminadas. O risco maior é para os idosos por apresentaram uma saúde mais frágil e imunidade baixa.
O tempo de vida do vírus no ambiente é de 24 horas e o tempo de incubação ainda é incerto. É possível que haja transmissão mesmo antes do aparecimento dos sintomas. Essa situação ainda está em estudo.

Secretaria de Estado da Saúde (SES) participou, na tarde desta quarta-feira (29), de webconferência que convocou todos os estados da federação, a fim de discutir estratégias de prevenção, protocolos clínicos e hospitalares de atendimento, e o último boletim epidemiológico.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Mércia Feitosa, representaram o estado de Sergipe, os técnicos da Rede de Urgência e Emergência, da Vigilância Epidemiológica, da Vigilância Sanitária, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), técnicos do Hospital de Urgência (Huse), do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e do Núcleo de Segurança do Paciente.
"A oportunidade serviu para definirmos algumas ações, entre elas uma Nota Técnica que vai orientar todos os profissionais da Rede Hospitalar em consonância com as orientações e o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde", disse Mércia.
A transmissão acontece de pessoa para pessoa, através do ar, por meio de gotículas de saliva, tosse, espirro, catarro, toque ou aperto de mão e contato com objetos ou superfícies contaminadas. O risco maior é para os idosos por apresentaram uma saúde mais frágil e imunidade baixa.
O tempo de vida do vírus no ambiente é de 24 horas e o tempo de incubação ainda é incerto. É possível que haja transmissão mesmo antes do aparecimento dos sintomas. Essa situação ainda está em estudo.

 

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