Um grupo de servidores federais vai participar das futuras marchas a serem promovidas em breve pelas principais ruas e avenidas do Centro de Aracaju. O propósito dos profissionais também é pressionar o Governo Federal para que seja aprovado o reajuste salarial linear de 27,3% de acordo as perspectivas da inflação, além de qualificar as atuais condições de trabalho e ampliação no quadro de funcionários públicos diante de real aumento no número de vagas em concursos públicos. O ato público está previsto para contar com a participação de profissionais que atuam na Universidade Federal de Sergipe (UFS), Ministério da Saúde, Ministério do Trabalho, além de trabalhadores do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), que completam hoje 45 dias de greve no Estado de Sergipe.
Dentre as categorias envolvidas, chama a atenção da população a união dos servidores do INSS. Sem nenhuma incorporação nas gratificações dos salários base e a redução da carga horária para 30 horas semanais, o movimento grevista deve permanecer com 490 servidores distantes dos respectivos pontos de trabalho, também como forma de exigir a reposição das perdas inflacionárias acumuladas desde 2012, conforme contabilizou o Sindicato dos Previdenciários (Sindiprev/SE). Os servidores federais aqui citados devem integrar a marcha do Grito dos Excluídos.
Logo mais a partir das 9h uma comissão organizadora se reúne em Aracaju para definir o rumo do ato que ocorrerá após o desfile oficial de militares e unidades estudantis. O Grito dos Excluídos contará ainda com o apoio de comunidades quilombolas, comunidades religiosas e movimentos rurais.


