Referência no tratamento disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas com hemofilia, o Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) alerta para a importância do diagnóstico precoce e o início do tratamento. A conscientização sobre a doença é destacada na data dedicada ao Dia Mundial da Hemofilia, 17 de abril. A hemofilia é um distúrbio genético e hereditário, que afeta a coagulação do sangue. Atualmente, o ambulatório do Hemose presta atendimento a 312 pacientes com a enfermidade.
A instituição também oferece acompanhamento com equipe multidisciplinar que abrange as áreas de hematologia, enfermagem, fisioterapia, odontologia, serviço social, psicologia e farmácia. De acordo com a gerente do ambulatório, enfermeira Juliana Silva, a pessoa com hemofilia apresenta baixa atividade dos fatores de coagulação, responsáveis por estancar as hemorragias quando ocorre o rompimento de vasos sanguíneos. “Por isso, são importantes as avaliações com médico e outros profissionais da equipe multidisciplinar. O controle da doença só é possível por meio do monitoramento regular do paciente e o uso dos medicamentos”, informa.
Juliana destaca que o Dia Mundial da Hemofilia foi instituído para promoção da conscientização dos órgãos e profissionais de saúde sobre a importância do diagnóstico e o tratamento correto do distúrbio genético. “Essa data tem como objetivo ampliar a discussão sobre assuntos relacionados à doença e para melhorias das políticas inclusivas a essas pessoas,” salienta a enfermeira.
Hemose busca conscientização para diagnóstico e tratamento da hemofilia

