JACKSON CONHECE O HOSPITAL DE BARRETOS

O governador em exercício Jackson Barreto passou toda a quarta-feira, 2, participando de reuniões com diversos ministros. A primeira boa surpresa aconteceu na reunião com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hofmann, a qual assegurou ao governador que o Governo Federal vai buscar alternativa para a liberação, ainda este ano, da emenda de bancada que garante recursos para a construção do Hospital do Câncer.
"Este esforço que Sergipe está solicitando ao Governo é uma homenagem ao governador Marcelo Déda", disse Barreto. Na audiência, ele lembrou que "esta é uma questão emblemática para o Estado, uma demanda da população sergipana".
Os novos recursos (R$ 33 milhões) complementarão os R$ 80 milhões que serão empregados nas obras do novo hospital. Esta iniciativa do Governo Estadual junta-se à publicação do edital de licitação para a terraplanagem do Hospital do Câncer.
Ainda na área de saúde, Jackson Barreto requereu outros R$ 30 milhões, também em emendas ao Orçamento Geral da União de 2013, destinados à manutenção de unidade de saúde no Estado. Por fim, o governador pediu a liberação de emenda de bancada no valor de R$ 20 milhões para regularização fundiária. Com esta última reivindicação, o Governo de Sergipe pretende promover ações de regularização fundiária em áreas urbanas com ocupações precárias na região metropolitana de Aracaju.

Hospital de Barretos – Ontem, o governador em exercício, Jackson Barreto, que, acompanhado da secretária de Estado da Saúde, Joélia Silva, e da médica radiologista que atua na SES, Waldhenice Ferreira, visitaram o Hospital do Câncer de Barretos, interior de São Paulo, que é tido como referência nacional e internacional em prevenção e tratamento das diversas doenças neoplásicas.
A comitiva sergipana foi recebida pelo atual gestor do hospital Henrique Prata, um agropecuarista e empresário, que vem a ser filho do casal de médicos idealizador do complexo, Scylla Duarte Prata e Paulo Prata, este que vem a ser filho do médico sergipano de Lagarto, Ranulfo Prata, que migrou para o Sudeste nos anos 1950. Acompanhado de médicos e dirigentes do corpo clínico da instituição, o governador percorreu parte das diversas instalações que formam um enorme complexo, hoje ocupando todo um bairro, onde são oferecidos serviços de ponta que, pelos resultados obtidos, são considerados referência mundial.
 "Esta é uma obra de renome em todo o Brasil e considerado o maior centro de tratamento em câncer da América Latina. Conhecendo de perto a instituição, nos chama a atenção a preocupação com a prevenção, humanização e comprometimento de todos os profissionais que fazem dessa magnífica estrutura uma referência. Estamos agora iniciando as obras do Hospital do Câncer, e viemos aqui, beber dessa fonte, conhecer novas tecnologias, tratamentos modernos existentes para poder ajudar ao povo sergipano", afirmou o governador, referindo-se ao estágio de desenvolvimento e novas iniciativas, correlatas à construção do Hospital do Câncer em Sergipe.
Dentro da extensa programação que incluiu a visita a uma das três mais avançadas salas de mamografia do mundo (com similares apenas da Bélgica e no Canadá), a chamada "Sensory Suit", onde a própria paciente escolhe os temas da ambientação que contempla a exibição de um vídeo temático, reduzindo a ansiedade e a tensão, passando por um centro cirúrgico que opera com robôs no maior centro de videocirurgia da América Latina, o Ircad, e também a uma fábrica de carretas que são verdadeiras clínicas ambulantes com pequenos centros cirúrgicos, tomógrafos digitais e laboratórios para percorrer locais de difícil acesso, anfiteatros onde os profissionais contam com assistência de dois professores em países diferentes, por videoconferência, a dimensão do trabalho realizado em Barretos impressionou a todos.
O governador em exercício externou a sua emoção em constatar a dimensão da obra em Barretos. "O que mais me sensibilizou foi a formação extremamente humanista dos médicos que trabalham aqui e a aplicação disto consorciado com as novas tecnologias. Equipamentos modernos, o perfeito entrosamento das equipes, se discutindo a oferta de serviços médicos gratuitos de qualidade, que nos faz perguntar se estamos mesmo no Brasil", pontuou Jackson Barreto.

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