Jovem é estuprada durante sessão de massagem

Peritos do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), continuam investigando um homem suspeito de ter cometido crime de estupro contra uma jovem no município de Propriá, região do Baixo São Francisco sergipano. De acordo com os relatos protocolados, a ação teria acontecido durante uma sessão de massagem. Nos autos consta que a denunciante teria contratado o serviço, mas acreditava que seria procedido por uma mulher; ao acessar as dependências internas do local, foi surpreendida com abordagem violenta, sendo vendada e levada a um quarto, onde o suspeito teria cometido o abuso.
Pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), foi informado que diante das denúncias ainda iniciais, equipes da Polícia Militar foram instruídas a realizarem buscas pelo suspeito. Poucos minutos após o início das rondas, os agentes conseguiram localizar o homem na Rua das Pedras, endereço também indicado pela vítima. Já no primeiro momento da abordagem ele teria confirmado o contato com a adolescente em sua residência, mas alegou que o encontro foi consentido. Ao lado do acusado, a companheira dele também foi conduzida à delegacia.
No ano passado em Sergipe 62 casos de assédio sexual e 462 de importunação sexual foram registrados. A Lei 13.718/2018 criminaliza atos como beijos forçados, toques sem consentimento, masturbação ou ejaculação em público e filmagem de partes íntimas sem permissão. A pena pode chegar a cinco anos de prisão, e casos mais graves podem ser enquadrados como estupro, com punições ainda mais severas. O código penal brasileiro prevê pena de reclusão de 8 a 15 anos para o estupro de vulnerável. Na prática, isso significa que: ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de idade ou com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência.
Em caso de flagrante ou suspeita desta prática criminal, a orientação é que denúncias anônimas sejam compartilhadas ao Disque-Denúncia (181). O sigilo é garantido. Profissionais do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (CIOSP 190) também permanecem à disposição para encaminhar as informações para o setor de inteligência da Polícia Civil. Denúncias podem ser compartilhadas também através dos seguintes contatos: DAGV Aracaju: 3205-5400; DAGV Nossa Senhora do Socorro: 3279-2450; DAGV Itabaiana: 3431-8513; DAGV Nossa Senhora da Glória: 3411-4250; DAGV Propriá: 3322-6550; DAGV Estância: 3522-8777. (MAJ)

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