Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Fred Andrade, Alberto
Silveira, Lucas Cam
pelo, Marcos Vinícius, Taco de Golfe e Saulo Ferreira, alguns dos artistas estrelando o projeto ‘Quinta Instrumental’, no Centro Cultural de Aracaju, são testemunhas da atenção ali devotada à música da aldeia, manifesta em platéias lotadas. Testemunham também o bom uso do casarão plantado no marco zero da capital sergipana. Por simples disposição de convivência, as portas finalmente abertas, o prédio histórico virou lugar de convivência, fruição e debate, se derramando em alegrias no coração da cidade.
Esta semana, quem retorna ao palco do teatro João Costa, em mais uma edição do projeto, é o grupo Os Tabaréus. Choro de acento nordestino. Um quinteto cheio de notas nas pontas dos dedos.
Os Tabaréus – O grupo surgiu da identificação de seus membros com o chorinho, em suas diversas vertentes. A escolha do nome ‘Os Tabaréus’ se deu como proposta de mesclar o choro com a cultura nordestina. Trata-se de uma pequena homenagem do regional à cultura sergipana.
O projeto do quinteto teve sua estreia em abril de 2013. Desde então, o grupo vem atuando de modo significativo no cenário musical sergipano. Eles conquistaram dois prêmios no V Festival Aperipê de Música, na categoria Música Instrumental: 1º lugar (voto popular) e 2º lugar (júri técnico); participaram do XIV e do XV Sescanção, do Circuito SESC 2014, do XL e do XLI Encontro Cultural de Laranjeiras e da comemoração dos 30 anos do Programa ‘Domingo no Clube’, dividindo o palco com a atração nacional, a dupla Zé da Velha e Silvério Pontes. O quinteto apresentou temporada de shows no Café da Gente e realizou apresentações musicais regulares no projeto Movimento do Choro Sergipano.
Os Tabaréus foram capa da quinta edição da Revista do Choro, publicação de circulação nacional. O grupo também fez parte da fundação do coletivo Roda de Choro Sergipana, que, entre outras atividades, realizou rodas de Choro coletivas na Praça Fausto Cardoso (Centro de Aracaju) entre os anos de 2015 e 2016. Outro trabalho importante do grupo é o Choro Didático, que visa levar o estilo musical para escolas e instituições diversas, como ONG’s, hospitais, asilos, entre outros espaços.
Quinta Instrumental – O projeto inaugurado no início do mês de agosto, no qual leva artistas das diversas áreas instrumentais para se apresentarem no Teatro João Costa, no Centro Cultural de Aracaju, todas as quintas-feiras, tem como objetivo fortalecer o estilo musical e oferecer à comunidade música de qualidade gratuitamente. O evento acontece sempre às 19 horas, no Centro Cultural de Aracaju, na praça General Valadão.
Fred Andrade, Alberto Silveira, Lucas Cam pelo, Marcos Vinícius, Taco de Golfe e Saulo Ferreira, alguns dos artistas estrelando o projeto ‘Quinta Instrumental’, no Centro Cultural de Aracaju, são testemunhas da atenção ali devotada à música da aldeia, manifesta em platéias lotadas. Testemunham também o bom uso do casarão plantado no marco zero da capital sergipana. Por simples disposição de convivência, as portas finalmente abertas, o prédio histórico virou lugar de convivência, fruição e debate, se derramando em alegrias no coração da cidade.
Esta semana, quem retorna ao palco do teatro João Costa, em mais uma edição do projeto, é o grupo Os Tabaréus. Choro de acento nordestino. Um quinteto cheio de notas nas pontas dos dedos.
Os Tabaréus – O grupo surgiu da identificação de seus membros com o chorinho, em suas diversas vertentes. A escolha do nome ‘Os Tabaréus’ se deu como proposta de mesclar o choro com a cultura nordestina. Trata-se de uma pequena homenagem do regional à cultura sergipana.
O projeto do quinteto teve sua estreia em abril de 2013. Desde então, o grupo vem atuando de modo significativo no cenário musical sergipano. Eles conquistaram dois prêmios no V Festival Aperipê de Música, na categoria Música Instrumental: 1º lugar (voto popular) e 2º lugar (júri técnico); participaram do XIV e do XV Sescanção, do Circuito SESC 2014, do XL e do XLI Encontro Cultural de Laranjeiras e da comemoração dos 30 anos do Programa ‘Domingo no Clube’, dividindo o palco com a atração nacional, a dupla Zé da Velha e Silvério Pontes. O quinteto apresentou temporada de shows no Café da Gente e realizou apresentações musicais regulares no projeto Movimento do Choro Sergipano.
Os Tabaréus foram capa da quinta edição da Revista do Choro, publicação de circulação nacional. O grupo também fez parte da fundação do coletivo Roda de Choro Sergipana, que, entre outras atividades, realizou rodas de Choro coletivas na Praça Fausto Cardoso (Centro de Aracaju) entre os anos de 2015 e 2016. Outro trabalho importante do grupo é o Choro Didático, que visa levar o estilo musical para escolas e instituições diversas, como ONG’s, hospitais, asilos, entre outros espaços.
Quinta Instrumental – O projeto inaugurado no início do mês de agosto, no qual leva artistas das diversas áreas instrumentais para se apresentarem no Teatro João Costa, no Centro Cultural de Aracaju, todas as quintas-feiras, tem como objetivo fortalecer o estilo musical e oferecer à comunidade música de qualidade gratuitamente. O evento acontece sempre às 19 horas, no Centro Cultural de Aracaju, na praça General Valadão.