Domingo, 23 De Junho De 2024
       
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Operação combate golpe do “Boleto Falso”


Publicado em 29 de maio de 2024
Por Jornal Do Dia Se


POLICIAIS DURANTE A OPERAÇÃO (Divulgação/SSP)

Uma operação unificada entre agentes das polícias Civil e Militar cumpriu, no início da manhã de ontem 27 mandados de prisão temporária e nove de prisão preventiva nos estados de Sergipe e Goiás. Em comunicado oficial apresentado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), foi revelado que a ação buscou deter uma associação criminosa especializada em estelionato qualificado mediante fraude eletrônica, bem como em ocultar valores provenientes das infrações penais praticadas com o envio de boletos falsos às vítimas. Em todo o país, esta ação criminosa é conhecida como ‘Golpe do Boleto Falso’. Com cerca de dois anos de atuação, estima-se que os danos provocados pelos criminosos ultrapassam a casa dos 500 mil reais.
Pela Superintendência da Polícia Civil foi destacado que a operação buscou cumprir 36 decisões judiciais de busca e apreensão domiciliar de pessoas que supostamente integram da associação criminosa. Em Sergipe as buscas estiveram concentradas na capital, Aracaju, enquanto no estado de Goiás, os agentes estiveram nos municípios de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade, Cidade de Goiás, Nova Veneza, Iporá, Abadia de Goiás e Goianira. No que se refere à coordenação das buscas, na menor Unidade Federativa do país o trabalho foi desenvolvido pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope); já em Goiás, a ação é desencadeada pela Delegacia Estadual de Repressão à Crimes Cibernéticos (DERCC). Em ambos os estados a operação conta com o auxílio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
Sem divulgar o nome das pessoas abordadas e encaminhadas para prestar depoimento, o próprio MJSP destacou que operação se iniciou por intermédio de cooperação entre a instituição financeira Nubank com a administração federal, demonstrando, assim, a importância da cooperação entre instituições financeiras e Poder Público com o objetivo de reprimir a associação criminosa especializada em fraudar boletos bancários, delitos que têm prejudicado muitos consumidores e empresas. O anonimato destas identidades e possíveis funções dentro do grupo criminoso acontecem devido à continuidade por tempo ainda indeterminado das investigações; a Segurança Pública não descarta a possibilidade de desdobramentos. Mesmo com os principais suspeitos presos, a SSP pede que denúncias anônimas contendo informações capazes de colaborar com os estudos, sejam apresentadas.
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