Gabriel Damásio
Menos de 24 horas de
pois de ter escapado
de uma tentativa de assassinato na praça da igreja matriz de Neópolis (Baixo São Francisco), o paciente Tayson Soares de Souza, 21 anos, foi morto a tiros ao final da noite desta quinta-feira, dentro de uma das enfermarias do Hospital Regional de Propriá. O ataque aconteceu por volta das 22h50 e foi praticado por dois homens armados que se fizeram passar por visitantes e pediram para visitar o rapaz, que se recuperava de uma cirurgia para retirar uma bala da perna.
Após entrar pelo portão principal, a dupla seguiu para uma das enfermarias e, ao encontrar o local onde Tayson estava internado, sacaram as armas, pediram para que os acompanhantes se afastassem e atiraram várias vezes contra o paciente, matando-o na hora. Os criminosos fugiram em seguida, de armas em punho e ameaçando quem tentasse impedir a fuga. A polícia foi chamada imediatamente ao local e começou a levantar as primeiras pistas. De acordo com o delegado regional João Eduardo Dantas, os atiradores usavam pistolas calibre 380.
Tayson estava internado desde a madrugada de quarta, quando foi baleado por outros dois homens armados que o seguiram na saída de uma festa junina em Neópolis. Na ocasião, a vítima foi até a moto que estava estacionada ao lado da igreja, quando foi atingido por tiros na perna, disparados por dois indivíduos que estavam, ele conseguiu correr e pedir ajuda a uma equipe da Polícia Militar que fazia rondas na região. Os militares perseguiram a dupla de atiradores até uma estrada na saída da cidade, onde aconteceu um tiroteio que deixou os dois suspeitos mortos. Ambos estavam armados com uma pistola e um revólver, em uma moto Honda CG vermelha.
A jornalistas, João Eduardo disse acreditar que a morte de Tayson no hospital e a tentativa de homicídio estejam relacionadas, mas a motivação ainda não está clara, principalmente pelo fato de os três envolvidos na tentativa não serem moradores de Neópolis. "Acreditamos que tenham relação estes fatos. Solicitaremos todas as provas levantadas e que tenham relação com esse fato em Neópolis para que possamos tentar esclarecer isso melhor. Embora sabemos que o Tayson residia em Aracaju. Precisamos saber a motivação, o porque ele estava lá em Neópolis", disse Eduardo, ao confirmar que o paciente morto já havia sido preso em 2016, na 9ª Delegacia Metropolitana (9ª DM), pelos crimes de receptação e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Segurança – O secretário da Segurança Pública, João Eloy de Menezes, esteve reunido ontem com representantes do Hospital Regional de Propriá. O encontro, determinado pelo governador Belivaldo Chagas, teve o objetivo de definir ações e normas para evitar episódios como o assassinato de Tayson. João Eloy adiantou que haverá uma reunião na próxima semana com diretores de Hospitais Regionais e da Secretaria de Estado da Saúde a fim de discutir e definir um protocolo de ações de segurança nas unidades hospitalares do estado.
Segundo o secretário João Eloy, é preciso que haja um esforço administrativo para prover os hospitais e os usuários de mais segurança. "Isso passa por pequenos ajustes de protocolos simples de segurança, por um esforço de direcionar vigilantes armados para unidades mais necessitadas e por um suporte e atendimento mais estruturado da Polícia Civil e Polícia Militar, explicou. Também participarão do encontro o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcony Cabral, a delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza; e coordenadores das polícias responsáveis pelo trabalho no interior do estado.
Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde lamentou o crime e informou que nenhum funcionário ou outro paciente saiu ferido. " Ressaltamos a importância do Hospital e a missão humanitária dos profissionais que lá trabalham, para salvar vidas e trazer ao mundo bebês que lá nascem todos os dias. A Superintendente do Hospital informou que a polícia foi imediatamente acionada e permaneceu no hospital até o recolhimento do corpo. A SES se solidariza com os colaboradores, pacientes e acompanhantes, ao mesmo tempo que buscará junto à Secretaria da Segurança Pública (SSP) medidas para conter situações adversas como esta", afirma o órgão.
Menos de 24 horas de pois de ter escapado de uma tentativa de assassinato na praça da igreja matriz de Neópolis (Baixo São Francisco), o paciente Tayson Soares de Souza, 21 anos, foi morto a tiros ao final da noite desta quinta-feira, dentro de uma das enfermarias do Hospital Regional de Propriá. O ataque aconteceu por volta das 22h50 e foi praticado por dois homens armados que se fizeram passar por visitantes e pediram para visitar o rapaz, que se recuperava de uma cirurgia para retirar uma bala da perna.
Após entrar pelo portão principal, a dupla seguiu para uma das enfermarias e, ao encontrar o local onde Tayson estava internado, sacaram as armas, pediram para que os acompanhantes se afastassem e atiraram várias vezes contra o paciente, matando-o na hora. Os criminosos fugiram em seguida, de armas em punho e ameaçando quem tentasse impedir a fuga. A polícia foi chamada imediatamente ao local e começou a levantar as primeiras pistas. De acordo com o delegado regional João Eduardo Dantas, os atiradores usavam pistolas calibre 380.
Tayson estava internado desde a madrugada de quarta, quando foi baleado por outros dois homens armados que o seguiram na saída de uma festa junina em Neópolis. Na ocasião, a vítima foi até a moto que estava estacionada ao lado da igreja, quando foi atingido por tiros na perna, disparados por dois indivíduos que estavam, ele conseguiu correr e pedir ajuda a uma equipe da Polícia Militar que fazia rondas na região. Os militares perseguiram a dupla de atiradores até uma estrada na saída da cidade, onde aconteceu um tiroteio que deixou os dois suspeitos mortos. Ambos estavam armados com uma pistola e um revólver, em uma moto Honda CG vermelha.
A jornalistas, João Eduardo disse acreditar que a morte de Tayson no hospital e a tentativa de homicídio estejam relacionadas, mas a motivação ainda não está clara, principalmente pelo fato de os três envolvidos na tentativa não serem moradores de Neópolis. "Acreditamos que tenham relação estes fatos. Solicitaremos todas as provas levantadas e que tenham relação com esse fato em Neópolis para que possamos tentar esclarecer isso melhor. Embora sabemos que o Tayson residia em Aracaju. Precisamos saber a motivação, o porque ele estava lá em Neópolis", disse Eduardo, ao confirmar que o paciente morto já havia sido preso em 2016, na 9ª Delegacia Metropolitana (9ª DM), pelos crimes de receptação e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Segurança – O secretário da Segurança Pública, João Eloy de Menezes, esteve reunido ontem com representantes do Hospital Regional de Propriá. O encontro, determinado pelo governador Belivaldo Chagas, teve o objetivo de definir ações e normas para evitar episódios como o assassinato de Tayson. João Eloy adiantou que haverá uma reunião na próxima semana com diretores de Hospitais Regionais e da Secretaria de Estado da Saúde a fim de discutir e definir um protocolo de ações de segurança nas unidades hospitalares do estado.
Segundo o secretário João Eloy, é preciso que haja um esforço administrativo para prover os hospitais e os usuários de mais segurança. "Isso passa por pequenos ajustes de protocolos simples de segurança, por um esforço de direcionar vigilantes armados para unidades mais necessitadas e por um suporte e atendimento mais estruturado da Polícia Civil e Polícia Militar, explicou. Também participarão do encontro o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marcony Cabral, a delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza; e coordenadores das polícias responsáveis pelo trabalho no interior do estado.
Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde lamentou o crime e informou que nenhum funcionário ou outro paciente saiu ferido. " Ressaltamos a importância do Hospital e a missão humanitária dos profissionais que lá trabalham, para salvar vidas e trazer ao mundo bebês que lá nascem todos os dias. A Superintendente do Hospital informou que a polícia foi imediatamente acionada e permaneceu no hospital até o recolhimento do corpo. A SES se solidariza com os colaboradores, pacientes e acompanhantes, ao mesmo tempo que buscará junto à Secretaria da Segurança Pública (SSP) medidas para conter situações adversas como esta", afirma o órgão.