A equipe do Projeto Águas do São Francisco, através do coordenador técnico, professor Antenor Aguiar, e do gestor do projeto, engenheiro florestal Thadeu Ismerim, participou, no último final de semana do Seminário Renas-Ser: Recuperação e Proteção de Nascentes e Mata Ciliares – Propostas, resultados e perspectivas, em Piranhas/AL.
Promovido pela Organização de Preservação Ambiental (OPA) – executora do Projeto Renas-Ser, Recuperação de Nascentes no Sertão Alagoano, com o patrocínio do Programa Petrobras Socioambiental – e pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Alagoas (Semarh/AL), o seminário visou reunir centenas de pesquisadores e representantes de instituições atuantes na área ambiental para trocar experiências, discutir e analisar sobre a ocorrência de estiagens prolongadas no sertão nordestino e das mudanças climáticas, causadas pelo agravamento da carência de água, além da necessidade de criação (com mudança de foco) de políticas públicas voltadas para o suprimento de recursos hídricos.
Na programação do evento, o coordenador técnico projeto, Antenor Aguiar, participou como mediador de uma mesa redonda acerca da ‘Recuperação de Nascentes – Metodologias e Resultados’. Já o gestor do Águas, Thadeu Ismerim, palestrou em uma mesa redonda sobre ‘Recomposição de Mata Ciliar’, na qual apresentou a experiência desenvolvida pelo Projeto Águas do São Francisco nesta temática.
Executado pelo Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec) e UFS, com o patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, o projeto objetiva recuperar as áreas degradadas das bacias hidrográficas do rio Jacaré e Betume, na região do Baixo São Francisco, promovendo a educação ambiental nas comunidades ribeirinhas, garantindo a regularização da produção de água, através do equilíbrio ambiental e uso sustentável dos recursos naturais.
Em dois anos de realização do projeto, foram plantadas mais de 30 mil mudas (de 25 espécies nativas da mata atlântica e caatinga), em cerca de 27 hectares na região do Baixo São Francisco, beneficiando a mais de 4000 pessoas de comunidades ribeirinhas.


