PF investiga suposto envolvimento de Diego Costa em jogo de azar

 

Gabriel Damásio
A Polícia Federal reali
zou ontem de manhã 
a segunda fase da "Operação Distração", que investiga um esquema de exploração ilegal de jogos de azar, através do site de apostas eletrônicasEsportenet. Agentes do órgão foram mobilizados para cumprir sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 6ª Vara Federal de Sergipe, em Itabaiana (Agreste). Cinco deles foram cumpridos em cidades do interior sergipano, sendo dois em Itabaiana, dois em Simão Dias e um em Lagarto. Os outros dois mandados foram em cumpridos em Salvador (BA) e São Paulo (SP). 
Um dos endereços visitados foi a casa do jogador Diego Costa, atacante do Atlético Mineiro, que é de Lagarto. De acordo com a PF, as investigações identificaram-no como suspeito de ser um dos financiadores desse site de apostas, apontando ainda a prática de crimes de evasão de divisas. O advogado criminalista Aurélio Belém, que faz a defesa de Diego, diz que nada foi apreendido da residência e que ele pretende se apresentar voluntariamente à PF, a fim de atestar sua inocência das acusações levantadas. Segundo o site ge.com, o clube mineiro também escalou um advogado para acompanhar o caso. 
Ainda segundo a PF, o objetivo da segunda fase da "Distração" foi obter provas para investigação que apura suposta prática de exploração de jogos de azar, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa, que envolveriam, além do jogador, osproprietários do site de apostas e doleiros quer atuavam no esquema como operadores financeiros. Além dos sete mandados de busca, a Justiça expediu mandados de sequestro de bens pertencentes aos investigados, os quais também foram cumpridos. Em um dos outros endereços visitados, foi encontrada uma caixa com milhares de notas de R$ 100, cujo total não foi contabilizado até a noite de ontem. 
A primeira fase da operação aconteceu no dia 3 de março deste ano, quando foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos que permitiram o aprofundamento da investigação, além de mais de R$ 13,1 milhões em espécie. "Com base nas provas coletadas, foi possível identificar outras plataformas de aposta utilizadas pelo grupo e empresas físicas e pessoas jurídicas utilizadas para lavagem de dinheiro e evasão de divisas.Além disso, foi constatada a participação de doleiros, que auxiliam a organização criminosa no processo de evasão de divisas, bem como a participação de um jogador de futebol que, supostamente, é o financiador do esquema criminoso", diz a PF, em nota. 

Gabriel Damásio

A Polícia Federal reali zou ontem de manhã  a segunda fase da "Operação Distração", que investiga um esquema de exploração ilegal de jogos de azar, através do site de apostas eletrônicasEsportenet. Agentes do órgão foram mobilizados para cumprir sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juízo da 6ª Vara Federal de Sergipe, em Itabaiana (Agreste). Cinco deles foram cumpridos em cidades do interior sergipano, sendo dois em Itabaiana, dois em Simão Dias e um em Lagarto. Os outros dois mandados foram em cumpridos em Salvador (BA) e São Paulo (SP). 
Um dos endereços visitados foi a casa do jogador Diego Costa, atacante do Atlético Mineiro, que é de Lagarto. De acordo com a PF, as investigações identificaram-no como suspeito de ser um dos financiadores desse site de apostas, apontando ainda a prática de crimes de evasão de divisas. O advogado criminalista Aurélio Belém, que faz a defesa de Diego, diz que nada foi apreendido da residência e que ele pretende se apresentar voluntariamente à PF, a fim de atestar sua inocência das acusações levantadas. Segundo o site ge.com, o clube mineiro também escalou um advogado para acompanhar o caso. 
Ainda segundo a PF, o objetivo da segunda fase da "Distração" foi obter provas para investigação que apura suposta prática de exploração de jogos de azar, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa, que envolveriam, além do jogador, osproprietários do site de apostas e doleiros quer atuavam no esquema como operadores financeiros. Além dos sete mandados de busca, a Justiça expediu mandados de sequestro de bens pertencentes aos investigados, os quais também foram cumpridos. Em um dos outros endereços visitados, foi encontrada uma caixa com milhares de notas de R$ 100, cujo total não foi contabilizado até a noite de ontem. 
A primeira fase da operação aconteceu no dia 3 de março deste ano, quando foram apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos que permitiram o aprofundamento da investigação, além de mais de R$ 13,1 milhões em espécie. "Com base nas provas coletadas, foi possível identificar outras plataformas de aposta utilizadas pelo grupo e empresas físicas e pessoas jurídicas utilizadas para lavagem de dinheiro e evasão de divisas.Além disso, foi constatada a participação de doleiros, que auxiliam a organização criminosa no processo de evasão de divisas, bem como a participação de um jogador de futebol que, supostamente, é o financiador do esquema criminoso", diz a PF, em nota. 

 

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