Prefeitura retira poste do meio da rua deixado pela gestão anterior

Um fato inusitado vinha chamando a atenção de quem passava pela Rua José Evangelista, localizada na cidade de General Maynard. Um poste deixado no meio da via pela gestão do ex-prefeito – que leva o nome do logradouro – atrapalhava o trânsito local e colocava em risco a segurança de motoristas e moradores. Mas graças a uma parceria feita com a Empresa Energisa, a Prefeitura conseguiu remover o poste e resolver o antigo problema que vinham atormentando os cidadãos do município.

A obra para a remoção do poste durou quase uma semana, devido à complexidade do remanejamento da fiação de alta voltagem. De acordo com o secretário municipal de Obras, Paulo Henrique Silva, houve bastante cautela por parte da gestão municipal antes de fazer o serviço. "Sabíamos que a situação vinha incomodando os moradores, mas também queríamos fazer um serviço que fosse eficiente e sem muitos transtornos para os residentes daquela área", afirmou.

Paulo, que é formando em Engenharia Civil e técnico em Construção Civil, afirma que desde que começou a trabalhar na área, ainda não tinha vista um caso parecido. "Virou motivo de chacota na cidade, principalmente, de visitantes que ironizavam a situação. Mas ficamos sabendo que, na verdade, o poste não foi colocado no meio da rua, e sim, que já existia antes dela ser pavimentada", explicou o secretário.
De acordo com ele, durante a pavimentação da rua houve alteração no projeto inicial e ela foi alargada, dando mais espaço para circulação de veículos e pedestres. Porém o poste continuou no mesmo lugar, o que atribuiu na situação que vinha chamando a atenção dos populares. Foram gastos pouco mais de R$ 5.300 mil pela Prefeitura de General Maynard para fazer o remanejamento para o local adequado.
O prefeito Miraldo Santos também se posicionou sobre o caso. "Não sei o que levou o ex-prefeito a deixar o poste no meio da rua. Só sei que estamos fazendo nossa parte como administração pública e corrigindo serviços mal acabados pela gestão anterior. Fizemos várias negociações com a Energisa até chegar a esse valor, porque orçamentos anteriores estavam acima do que poderíamos arcar, já que o município passa por sérios problemas de finanças e esse dinheiro, sem dúvida, irá fazer falta em outros investimentos na cidade", lamenta o gestor.

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