O Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Aracaju), que integra a Secretaria Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec), realizou mais uma pesquisa comparativa de preços, para auxiliar os consumidores, na capital. Desta vez, foram apurados os valores aplicados para itens que compõem a cesta básica.
O levantamento, realizado na terça-feira (25), contemplou 49 diferentes produtos, entre alimentícios, laticínios e frios, horta e pomar, higiene pessoal e limpeza doméstica. A variação dos preços foi constatada a partir da coleta de dados em dez estabelecimentos comerciais.
Entre os itens observados está o feijão carioca, encontrado com maior preço de R$7,69 e menor preço de R$5,85. Já o arroz parbolizado tipo 1 consta na tabela com maior preço de R$5,59 e menor preço de R$3,95. O açúcar cristal foi localizado com valores entre R$2,79 e R$3,69.
Segundo o coordenador do Procon Aracaju, Igor Lopes, esse trabalho proporciona o monitoramento de mercado e auxilia os consumidores, inclusive, a desenvolverem o hábito da pesquisa e do consumo consciente.
"Mesmo considerando que o Procon não possuindo a habilitação legal para regular preço mínimo ou máximo dos produtos, o levantamento será utilizado para auxiliar o setor de fiscalização na apuração de eventuais e possíveis abusividades", salientou.
Em relação ao último levantamento realizado pelo órgão, no mês janeiro deste ano, não foram constatadas variações expressivas. "Houve baixa oscilação de preço, não sendo identificadas situações que demandassem autuação por parte do setor de fiscalização. Além disso, vale destacar que o contexto de pandemia não autoriza que haja elevação de preço sem justa causa. Caso ocorra o estabelecimento pode ser responsabilizado na seara administrativa", esclareceu o coordenador.

