Umese pode pedir desligamento de pastores; defesa nega acusações

 

A União dos Ministros 
Evangélicos de Sergi
pe (Umese) analisa a possibilidade de pedir o desligamento de seus quadros dos pastores Luiz Antônio da Silva e Lucas Abreu, indiciados pela Polícia Civil no inquérito que investigou denúncias de assédio sexual e estupro de vulnerável. A informação, divulgada inicialmente pela rádio Fan FM, foi confirmada pela presidência da entidade, que acompanha o desdobramento das denúncias realizadas no começo do ano pelo Movimento Púlpito Reformado. 
Na conclusão do inquérito, as delegadas do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) apontou que houve indícios dos crimes de assédio sexual, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. E confirmou que as práticas ocorreram há pelo menos três anos, sendo o fato mais recente acontecido em 2018, sendo dias vítimas adolescentes entre 13 e 15 anos. Ao todo, 22 pessoas prestaram depoimento, entre noticiantes, testemunhas e investigados. 
Defesa – O advogado Aurélio Belém, cujo escritório assumiu a defesa dos pastores, nega a existência de provas e promete contestar tudo o que foi citado no inquérito do DAGV. "No caso do pastor Luiz Antônio, dentre tantas supostas vítimas que denunciaram, apenas uma foi levada em consideração. Falaram até em estupro e nada disso foi considerado, por que na verdade o que se tem por trás disso tudo é um revanchismo pessoal de um ex-pastor, que fundou um movimento e agora se levanta contra o pastor Luiz Antônio, o que será devidamente comprovado durante o curso do processo, se houver", afirma Aurélio, assegurando que "não há qualquer prova, além da palavra da própria pessoa que se diz vítima". Ele ainda fez críticas à forma como o caso está sendo divulgado por alguns veículos de imprensa. 

A União dos Ministros  Evangélicos de Sergi pe (Umese) analisa a possibilidade de pedir o desligamento de seus quadros dos pastores Luiz Antônio da Silva e Lucas Abreu, indiciados pela Polícia Civil no inquérito que investigou denúncias de assédio sexual e estupro de vulnerável. A informação, divulgada inicialmente pela rádio Fan FM, foi confirmada pela presidência da entidade, que acompanha o desdobramento das denúncias realizadas no começo do ano pelo Movimento Púlpito Reformado. 
Na conclusão do inquérito, as delegadas do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) apontou que houve indícios dos crimes de assédio sexual, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. E confirmou que as práticas ocorreram há pelo menos três anos, sendo o fato mais recente acontecido em 2018, sendo dias vítimas adolescentes entre 13 e 15 anos. Ao todo, 22 pessoas prestaram depoimento, entre noticiantes, testemunhas e investigados. 

Defesa – O advogado Aurélio Belém, cujo escritório assumiu a defesa dos pastores, nega a existência de provas e promete contestar tudo o que foi citado no inquérito do DAGV. "No caso do pastor Luiz Antônio, dentre tantas supostas vítimas que denunciaram, apenas uma foi levada em consideração. Falaram até em estupro e nada disso foi considerado, por que na verdade o que se tem por trás disso tudo é um revanchismo pessoal de um ex-pastor, que fundou um movimento e agora se levanta contra o pastor Luiz Antônio, o que será devidamente comprovado durante o curso do processo, se houver", afirma Aurélio, assegurando que "não há qualquer prova, além da palavra da própria pessoa que se diz vítima". Ele ainda fez críticas à forma como o caso está sendo divulgado por alguns veículos de imprensa. 

 

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