Os agricultores familiares em Sergipe poderão contar com um selo que identificará a origem de seus produtos para o consumidor final. Para tratar sobre o assunto, o Sebrae/SE, em parceria com a Delegacia Federal da Sead em Sergipe (DFDA/SE), reuniu nesta sexta associações, cooperativas, sindicatos de produtores rurais, além de técnicos, para discutir sobre os benefícios do Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar (Sipaf).
Durante a oficina, foram apresentados os procedimentos para a solicitação do selo, além de outros temas relacionados ao fortalecimento da agricultura familiar no Estado. Sergipe é o terceiro estado a receber essa oficina, denominada de Clínica de Assessoria e que já passou pelo Rio de Janeiro e Amazonas.
Segundo a coordenadora do Sipaf na Secretaria Especial da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (Sead), Simone Barreto, a agricultura familiar é um setor que produz grande parte dos produtos que chegam à mesa dos consumidores. Com o selo, será possível identificar as mercadorias produzidas pela agricultura familiar e que atendem aos valores da sustentabilidade exigidos por aqueles quem consomem.
O Sipaf pode ser utilizado por agricultores familiares (pessoas físicas) que possuam a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP); cooperativas ou associações de agricultores familiares que tenham ou não o DAP; além de empresas que detenham produtos com participação relevante da agricultura familiar.
Benefícios – Para os produtores rurais, o selo da agricultura familiar funciona como um instrumento de agregação de valor aos produtos do setor e assegura que os consumidores possam saber a origem dos produtos que estão adquirindo. Em Sergipe, de acordo com dados do Sebrae, há cerca de 25 mil agricultores familiares.

