Professor de Canhoba volta ao trabalho

 

Depois de uma semana com as atividades educacionais paralisadas em todos os colégios municipais administrados pela Prefeitura de Canhoba, na manhã de ontem os professores da rede decidiram suspender a greve e reiniciar, já a partir da manhã de hoje, o calendário escolar deste ano. A suspensão do serviço público teve início após o poder executivo municipal mostrar interessado em atender ao pedido da classe trabalhadora de reposição do piso salarial do magistério. O entendimento ocorreu na própria sede administrativa onde um grupo de profissionais ligado ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), foi recebido pelo prefeito Manoel Messias Hora Guimarães. Essa tratativa também foi acompanhada durante sessões plenárias realizadas na Câmara Municipal de Canhoba (CMC).
Essa não foi a primeira vez que os trabalhadores da educação cruzaram os braços e seguiram até a prefeitura a fim de pressionar os gestores. Conforme informações do professor Aerton Luiz – coordenador da subsede de base do Sintese, o piso salarial vinha sendo pago no patamar do exercício do ano de 2017: R$ 2.298,00. Hoje o piso salarial do magistério está fixado em R$ 2.886,24. A decisão em deflagrar a greve foi aprovada em assembleia geral diante da promessa não cumprida pelo prefeito em fazer o ajuste referente aos anos de 2017 e 2018 no ano passado, bem como assumiu o compromisso de fazer, em data posterior, um novo ajuste ao piso para recompor o valor estabelecido no ano 2019.
De forma oficial ainda na manhã de ontem a gestão destacou ao JORNAL DO DIA que a diferença do piso nacional do magistério referente ao exercício de 2018 será pago até o próximo mês de junho, enquanto a diferença de 2019 será quitada no início do segundo semestre e, até o final do ano, a diferença acumulada neste ano. Caso as novas promessas não sejam cumpridas conforme apresentadas no encontro desta semana, a passe trabalhadora garante que vai estudar a possibilidade de greve geral e por tempo indeterminado. A perspectiva é que essa nova medida não se torne necessária, porém, se assim proceder, a greve somente terá seu fim decretado quando os direitos trabalhistas sejam depositados na conta dos servidores.

Depois de uma semana com as atividades educacionais paralisadas em todos os colégios municipais administrados pela Prefeitura de Canhoba, na manhã de ontem os professores da rede decidiram suspender a greve e reiniciar, já a partir da manhã de hoje, o calendário escolar deste ano. A suspensão do serviço público teve início após o poder executivo municipal mostrar interessado em atender ao pedido da classe trabalhadora de reposição do piso salarial do magistério. O entendimento ocorreu na própria sede administrativa onde um grupo de profissionais ligado ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), foi recebido pelo prefeito Manoel Messias Hora Guimarães. Essa tratativa também foi acompanhada durante sessões plenárias realizadas na Câmara Municipal de Canhoba (CMC).
Essa não foi a primeira vez que os trabalhadores da educação cruzaram os braços e seguiram até a prefeitura a fim de pressionar os gestores. Conforme informações do professor Aerton Luiz – coordenador da subsede de base do Sintese, o piso salarial vinha sendo pago no patamar do exercício do ano de 2017: R$ 2.298,00. Hoje o piso salarial do magistério está fixado em R$ 2.886,24. A decisão em deflagrar a greve foi aprovada em assembleia geral diante da promessa não cumprida pelo prefeito em fazer o ajuste referente aos anos de 2017 e 2018 no ano passado, bem como assumiu o compromisso de fazer, em data posterior, um novo ajuste ao piso para recompor o valor estabelecido no ano 2019.
De forma oficial ainda na manhã de ontem a gestão destacou ao JORNAL DO DIA que a diferença do piso nacional do magistério referente ao exercício de 2018 será pago até o próximo mês de junho, enquanto a diferença de 2019 será quitada no início do segundo semestre e, até o final do ano, a diferença acumulada neste ano. Caso as novas promessas não sejam cumpridas conforme apresentadas no encontro desta semana, a passe trabalhadora garante que vai estudar a possibilidade de greve geral e por tempo indeterminado. A perspectiva é que essa nova medida não se torne necessária, porém, se assim proceder, a greve somente terá seu fim decretado quando os direitos trabalhistas sejam depositados na conta dos servidores.

 

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