Os integrantes do PSOL decidiram pregar o voto nulo no segundo turno da eleição para a Prefeitura de Aracaju. "Compreendemos que a candidatura de Edvaldo e Valadares tem diferenças. Nenhuma candidatura é exatamente igual à outra. Seja pela origem de classe de cada um (enquanto Edvaldo tem uma história ligada à militância, Valadares Filho é cria das oligarquias), seja pela proximidade de movimentos sociais em torno da campanha de Edvaldo ou ainda pelo fato de um já ter sido prefeito e o outro não. Contudo, estão disputando as eleições para servir a um mesmo projeto: o projeto privatista de entrega da nossa cidade aos grandes grupos empresariais", diz a nota emitida pela direção do partido.
"Não pediremos que a classe trabalhadora vote em candidatos milionários, que são parceiros do PMDB de Temer e Jackson, que estavam juntos nas últimas eleições e que são aliados do grande empresariado que explora há décadas o povo aracajuano. No segundo turno não contem com o PSOL para validar uma farsa contra a população. É preciso manter a coerência", completa a nota.
A direção do PSOL destaca ainda que apostou em um processo mais amplo que o partido e embora com debilidades formou novamente a Frente de Esquerda. "Contudo, os resultados não foram tão animadores para a esquerda. Considerando que foi a primeira participação do PSOL na disputa da prefeitura de Aracaju e a campanha que menos recebeu dinheiro dentre todas, achamos que foi uma votação razoável, afinal atingimos 2,5% (6436 votos) na majoritária e tivemos excelentes números para as proporcionais, faltando pouco para eleger um mandato", diz a nota.
Os integrantes do PSOL decidiram pregar o voto nulo no segundo turno da eleição para a Prefeitura de Aracaju. "Compreendemos que a candidatura de Edvaldo e Valadares tem diferenças. Nenhuma candidatura é exatamente igual à outra. Seja pela origem de classe de cada um (enquanto Edvaldo tem uma história ligada à militância, Valadares Filho é cria das oligarquias), seja pela proximidade de movimentos sociais em torno da campanha de Edvaldo ou ainda pelo fato de um já ter sido prefeito e o outro não. Contudo, estão disputando as eleições para servir a um mesmo projeto: o projeto privatista de entrega da nossa cidade aos grandes grupos empresariais", diz a nota emitida pela direção do partido.
"Não pediremos que a classe trabalhadora vote em candidatos milionários, que são parceiros do PMDB de Temer e Jackson, que estavam juntos nas últimas eleições e que são aliados do grande empresariado que explora há décadas o povo aracajuano. No segundo turno não contem com o PSOL para validar uma farsa contra a população. É preciso manter a coerência", completa a nota.
A direção do PSOL destaca ainda que apostou em um processo mais amplo que o partido e embora com debilidades formou novamente a Frente de Esquerda. "Contudo, os resultados não foram tão animadores para a esquerda. Considerando que foi a primeira participação do PSOL na disputa da prefeitura de Aracaju e a campanha que menos recebeu dinheiro dentre todas, achamos que foi uma votação razoável, afinal atingimos 2,5% (6436 votos) na majoritária e tivemos excelentes números para as proporcionais, faltando pouco para eleger um mandato", diz a nota.