Os diretores e coordenadores pedagógicos dos seis colégios estaduais circunscritos à Diretoria Regional de Educação 05 (DRE 5) participaram na última terça-feira (11), de uma reunião, em Nossa Senhora das Dores, de apresentação da política de fomento à implementação do ensino médio em tempo integral posta em prática pelo Governo Federal, por meio da publicação da Medida Provisória (MP) 746/2016.
A partir do momento em que a MP foi publicada, no último dia 23 de setembro, ela entrou em vigor com força imediata de Lei. O Congresso terá, até 120 dias (sendo 60 dias o prazo inicial, podendo ser prorrogado por mais 60) para transformá-la em Lei. Caso a medida não seja aprovada pelo Congresso, ela perderá sua vigência. A MP 746/2016 põe em prática a reestruturação do ensino médio e modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996), que determina, dentre outras providências, o fim da obrigatoriedade de algumas disciplinas e o aumento da carga horária, de 800h para 1.400h.
"A reforma do ensino médio está sendo discutida há vários anos e por diversos governos. Para que possamos tomar posição acerca deste tema, precisamos conhecer o conteúdo da MP 746/2016 e o que está sendo proposto", afirmou o secretário de Educação, Jorge Carvalho.
De acordo com o secretário, a MP visa implementar em todo o país, gradativamente, o ensino médio em tempo integral. O novo ensino médio, proposto pela MP 746/2016, determina que os componentes curriculares obrigatórios sejam definidos pela Base Nacional Comum Curricular, o qual, desde o ano passado, está sendo elaborado, com o objetivo de nortear e definir os conteúdos que os alunos deverão aprender a cada etapa de ensino.
Ele informou que, em 2017, o Governo de Sergipe deverá implantar o ensino integral em outras nove escolas estaduais, ampliando para 13 o número de unidades de ensino da rede estadual que oferecem essa modalidade de ensino.
Conforme explicou o secretário, a partir da publicação da MP, o Congresso Nacional tem agora 120 dias para analisá-la, discuti-la e colocá-la em votação para que possa tornar-se lei. "A discussão está apenas começando. Professores, estudantes, pais e responsáveis legais ainda poderão oferecer as suas contribuições e sugestões durante a tramitação da MP. E nosso objetivo aqui foi esclarecer melhor os pontos principais desta proposta a fim de que a nossa equipe possa se posicionar", disse o secretário Jorge Carvalho.
Prazos – As mudanças passarão a valer 180 dias após a publicação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A expectativa do MEC é que as primeiras turmas que seguirão a formação de acordo com o novo ensino médio comecem em 2018, após a aprovação da BNCC e da MP 746/2016 pelo Congresso Nacional.
Não há prazo para que as redes de ensino se adequem às mudanças, mas o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) trabalha com o cronograma do Plano Nacional de Educação (PNE), que deve ser implementado até 2024.
Português e Matemática serão os dois únicos componentes curriculares obrigatórios nos três anos do ensino médio. Atualmente, a etapa tem 13 disciplinas obrigatórias para os três anos.
De acordo com a medida provisória, cerca de 1,2 mil horas, metade do tempo total do ensino médio, serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela Base Nacional.
No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas – modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e formação técnica e profissional.
Os diretores e coordenadores pedagógicos dos seis colégios estaduais circunscritos à Diretoria Regional de Educação 05 (DRE 5) participaram na última terça-feira (11), de uma reunião, em Nossa Senhora das Dores, de apresentação da política de fomento à implementação do ensino médio em tempo integral posta em prática pelo Governo Federal, por meio da publicação da Medida Provisória (MP) 746/2016.
A partir do momento em que a MP foi publicada, no último dia 23 de setembro, ela entrou em vigor com força imediata de Lei. O Congresso terá, até 120 dias (sendo 60 dias o prazo inicial, podendo ser prorrogado por mais 60) para transformá-la em Lei. Caso a medida não seja aprovada pelo Congresso, ela perderá sua vigência. A MP 746/2016 põe em prática a reestruturação do ensino médio e modifica a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996), que determina, dentre outras providências, o fim da obrigatoriedade de algumas disciplinas e o aumento da carga horária, de 800h para 1.400h.
"A reforma do ensino médio está sendo discutida há vários anos e por diversos governos. Para que possamos tomar posição acerca deste tema, precisamos conhecer o conteúdo da MP 746/2016 e o que está sendo proposto", afirmou o secretário de Educação, Jorge Carvalho.
De acordo com o secretário, a MP visa implementar em todo o país, gradativamente, o ensino médio em tempo integral. O novo ensino médio, proposto pela MP 746/2016, determina que os componentes curriculares obrigatórios sejam definidos pela Base Nacional Comum Curricular, o qual, desde o ano passado, está sendo elaborado, com o objetivo de nortear e definir os conteúdos que os alunos deverão aprender a cada etapa de ensino.
Ele informou que, em 2017, o Governo de Sergipe deverá implantar o ensino integral em outras nove escolas estaduais, ampliando para 13 o número de unidades de ensino da rede estadual que oferecem essa modalidade de ensino.
Conforme explicou o secretário, a partir da publicação da MP, o Congresso Nacional tem agora 120 dias para analisá-la, discuti-la e colocá-la em votação para que possa tornar-se lei. "A discussão está apenas começando. Professores, estudantes, pais e responsáveis legais ainda poderão oferecer as suas contribuições e sugestões durante a tramitação da MP. E nosso objetivo aqui foi esclarecer melhor os pontos principais desta proposta a fim de que a nossa equipe possa se posicionar", disse o secretário Jorge Carvalho.
Prazos – As mudanças passarão a valer 180 dias após a publicação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A expectativa do MEC é que as primeiras turmas que seguirão a formação de acordo com o novo ensino médio comecem em 2018, após a aprovação da BNCC e da MP 746/2016 pelo Congresso Nacional.
Não há prazo para que as redes de ensino se adequem às mudanças, mas o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) trabalha com o cronograma do Plano Nacional de Educação (PNE), que deve ser implementado até 2024.
Português e Matemática serão os dois únicos componentes curriculares obrigatórios nos três anos do ensino médio. Atualmente, a etapa tem 13 disciplinas obrigatórias para os três anos.
De acordo com a medida provisória, cerca de 1,2 mil horas, metade do tempo total do ensino médio, serão destinadas ao conteúdo obrigatório definido pela Base Nacional.
No restante da formação, os alunos poderão escolher seguir cinco trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas – modelo usado também na divisão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e formação técnica e profissional.