Terça, 23 De Abril De 2024
       
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Reitor questiona tentativa de “atropelar” norma eleitoral


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Publicado em 15 de março de 2024
Por Jornal Do Dia Se


As entidades que representam professores, técnicos administrativos e estudantes da Universidade Federal de Sergipe, Adufs, Sintufs e DCE, realizaram uma assembleia geral na quarta-feira (13), para “eleger a Comissão Eleitoral que organiza a Consulta Pública Paritária à Reitoria e Vice, além de um calendário contendo todos os passos do processo”. Eles resolveram se voltar contra a Resolução nº 44/2022, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário, com os votos, inclusive, dos representantes das três categorias, e que estabelece normas e procedimentos sobre o processo eleitoral.
O reitor Valter Joviniano de Santana Filho (foto) tem mais um ano de mandato e a consulta à comunidade deverá ser feita, provavelmente, entre os meses de agosto e outubro, orientada pelo que estabelece a Resolução nº 44. “Tenho defendido que a comunidade participe ativamente, mas dentro de um processo legal. Uma corrente contrária quer fazer um processo paralelo, querem voltar a ser como era no passado, não respeitando e questionando a resolução. Mas não mostram se há ilegalidade na resolução, se falta legitimidade a um regramento legal que foi aprovado na instância adequada e por unanimidade de votos”, afirma o reitor.
“Rechaço qualquer fala com referência a golpismo e questiono: quem quer desrespeitar e atropelar o processo legal, desqualificando a resolução, que é legítima, e criar um processo paralelo? Então de onde vem o golpe?”, prossegue Valter Joviniano, lembrando que as direções dos campi de Nossa Senhora da Glória e Lagarto foram democraticamente eleitas em processos que seguiram a resolução em vigor e ninguém questionou o resultado.
O reitor tem repetido que o papel de votar e aprovar resoluções é único e exclusivo do Conselho Universitário (Consu) e do Conselho de Ensino, da Pesquisa e da Extensão (Conepe), colegiados formados por integrantes da administração, comunidade externa, professores, técnicos e estudantes da UFS, devidamente eleitos pela comunidade.
Ele lembra que a Resolução nº 44/2022/Consu foi fruto de um trabalho coletivo, através de grupo de trabalho instituído pelo próprio Consu, cuja responsabilidade de escrita coube a professores, técnicos e estudantes, e que, após finalizado, foi apresentado em plenárias, em todos os campi da UFS, para só posteriormente ser amplamente debatido e votado no Conselho Universitário.
“A distribuição de informações falsas em nossa instituição tem o intuito de atingir seu dirigente, mas desqualifica o papel do órgão máximo de natureza normativa, consultiva e deliberativa da nossa universidade, o Consu, bem como o papel da equipe de professores, técnicos e estudantes que construíram a resolução, e atinge frontalmente a democracia, o trabalho de todos que fazem a UFS”, disse recentemente, em nota, o Gabinete do Reitor.
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