RESOLVENDO AS CRISES SEM ESTARDALHAÇOS ATÉ QUE A ECONOMIA FUNCIONE

* Rômulo Rodrigues

O governo que findou em 31 de dezembro de 2022, passou 4 anos semeando tumores malignos nos corpos insanos de milhões de brasileiros e brasileiras contaminando e adoecendo todo o corpo saudável da nação.
O dia 30 de outubro passado foi profilático, em que, apesar da grande maioria dos aparatos policiais estaduais e federais, civis e militares agirem descaradamente contra a vontade manifesta do povo, a vacina da democracia foi aplicada e o Brasil deu um retumbante grito de independência. Foi bonito, pá!
O novo governo se instalou sabendo que ia enfrentar um cenário de terra arrasada e morar, justamente num castelo mal assombrado, onde Avatares de gorilas de 1964 e espíritos de débeis mentais que estavam ali para dificultarem que o País reencontrasse o caminho da normalidade e do desenvolvimento perdido.
O retardamento da fixação de residência no castelo abandonado foi providencial já que, com 8 dias, os espíritos do mal se manifestaram em todo o Reino abandonado e destruíram a residência oficial e os outros prédios das instituições que julgavam lhes pertencer.
Passados 117 dias da ressurreição da democracia e da volta do império do direito, fantasmas e zumbis ainda infestam o ambiente com propagações de que tudo o que foi roubado, aviltado e destruído, é culpa de quem chegou para botar ordem na casa.
A Nação ultrajada a partir de um gabinete de suposta segurança institucional, manchado por contrabando em avião de comitiva presidencial e comandado por um general que mais se assemelha a um anão de jardim ou toco de amarrar jegue, tenta e deve se reerguer dos escombros do dia 8 de janeiro passado; inquirindo os bandidos e traidores da pátria, condenando e aplicando as penas que cada um for merecedor.
Toda essa varredura será feita em virtude do País ter no seu comando um Estadista reconhecido e respeitado no mundo inteiro conforme atestam as honrarias que vem recebendo da Europa à América, da Ásia à África, passando pela Oceania, deixando uma certeza; O Brasil voltou!
O hoje presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, vencedor da eleição de 30 de outubro de 2022 e empossado no cargo em 1º de janeiro de 2023 precisa muito de paciência para que o projeto de economia do governo seja implantado com segurança, para que possa voltar sua atenção para as sucessivas crises pré-fabricadas pelos golpistas e, só então, derrota-los passo a passo.
Sabendo disso, orquestra um grande arco de alianças intercontinental com acordos feitos na China, nos Emirados Árabes e em Portugal plantando as sementes de esperança que o País necessita para o grande salto na criação dos milhões de empregos com carteiras assinadas para que o crescimento da massa salarial surta o efeito da distribuição de renda e da comida na mesa de cada família.
Toda a equipe econômica do governo sabe que o primeiro passo dado para fazer chegar dinheiro na casa do pobre foi dado com a aprovação para o retorno do programa Bolsa Família, colocando mensalmente algo em torno de R$ 13,5 bilhões para compras em feiras livres, pequenos comércios e material de construção para pequenas residências e recolocação de milhões de crianças nas escolas recebendo alimentação boa e adequada é a medida emergencial mais efetiva possível, mas é preciso fazer mais.
Com a recuperação do salário mínimo recebendo ganho acima da inflação, a economia dá outro passo no combate ao desemprego e faz a roda da economia continuar girando e pegando velocidade aos poucos e constante.
A batalha de 2023 só será ganha se o inimigo principal for abatido e ele se chama Roberto Campos Neto, o sabotador da República, que joga sujo contra o Brasil e a favor do mercado financeiro que odeia dinheiro nas mãos do povo.
A tática criminosa do presidente do Banco Central é manter a taxa Selic nas alturas e travar o retorno do Brasil à 6ª economia do mundo e reconquistar o pleno emprego como em final de 2014.
Os banqueiros, seus verdadeiros patrões, querem pouco dinheiro em circulação para aumentar seu valor de venda e obterem mais lucros.
A Luta real será para ganhar as cabeças de milhões no enfrentamento contra as forças do mal.

* Rômulo Rodrigues, sindicalista aposentado, é militante político

Compartilhe esta notícia