As seis salas do Centro Cirúrgico do Huse já voltaram a operar normalmente depois da conclusão de mais uma etapa da reforma. Durante essa última etapa, a equipe de Engenharia e Infraestrutura da SES trocou as portas e as torneiras dos lavatórios, instalou piso vinílico, de alta resistência, pintou as salas cirúrgicas e corredores e fez a revisão das instalações elétricas.
A coordenadora de Infraestrutura da Secretaria de Estado da Saúde, Ana Carla Silva Andrade, informou que os trabalhos realizados nesses dias só foi possível por conta de um trabalho realizado anteriormente. "Em fevereiro, fizemos os serviços de impermeabilização da laje do Centro Cirúrgico em virtude das infiltrações. Essa fase durou um período maior para execução e aí, pós isso, deixamos em observação para ver se não ocorria mais infiltrações. O serviço mostrou-se eficaz e passamos para a fase interna, que foi essa última que executamos", explicou.
Segundo a coordenadora do Centro Cirúrgico, Cristina Costa, a reforma executada rendeu elogios das equipes. "Porque foi como eles falaram: uma reforma simples, porém com resultado muito positivo. Dá a impressão de que foi feito um novo Centro Cirúrgico", disse a enfermeira.
De acordo com o diretor clínico do Huse, Marcos Kruger, a reforma do Centro Cirúrgico era algo bastante solicitado pelo corpo clínico. "É um bom caminho para que as nove salas possam funcionar", disse.
O médico falou sobre a troca do piso e chamou a atenção para outras áreas ligadas ao Centro Cirúrgico que, também, foram melhoradas. "O piso realmente é muito bom. Temos outras questões como os focos cirúrgicos, a nova estrutura da SRPA, outro ponto fundamental que andou muito tempo superlotada. De um certo tempo para cá, quando a Fundação (FHS) conseguiu horizontalizar a rede, vagas surgiram. O SHIRA foi muito importante para isso e tem funcionado muito bem. Então, realmente, a população/dia na SRPA tem melhorado bastante. Tenho certeza que é um passo importante, sim, e torcemos para que esse caminho continue", concluiu o médico.
Programação do serviço – De acordo com a coordenação de infraestrutura da Secretaria de Estado da Saúde, setor responsável pela obra, o período para realização dos serviços foi previamente planejado para interferir o mínimo possível no fluxo cirúrgico.
Segundo Ana Carla Andrade, a equipe da SES se reuniu com a direção do Huse que apontou o período de quinta a domingo como o de menor fluxo de cirurgias. O consenso foi por optar fazer o serviço inicialmente em seis salas e só depois nas outras três. "Deixamos três salas em funcionamento e trabalhamos nas demais" disse a arquiteta Ana Carla Andrade. Ela acrescentou que depois do feriado, a próxima etapa da obra deve ser iniciada com a reforma das demais três salas do Centro Cirúrgico.


