Servidores do Samu aprovam paralisação por 24 horas

Questionado sobre a possibilidade de suspender a paralisação, o sindicalista destacou que, mesmo diante de uma possível sinalização positiva, a decisão será apresentada em assembleia extraordinária, a fim de ouvir a opinião dos condutores de ambulâncias, e, desta forma, dar encaminhamento de acordo com o consenso da categoria.

Na luta pela assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho, e pela recomposição salarial, condutores de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), deliberaram pela paralisação parcial das atividades funcionais no próximo dia 04 de julho em todo o estado de Sergipe. A deliberação, por unanimidade, foi aprovada em assembleia e atinge com exclusividade profissionais que prestam serviços para a Fundação Hospitalar de Saúde (FHS). A direção do Sindicato dos Condutores de Ambulância de Sergipe (Sindconam), pede que o Governo do Estado, sobretudo por intermédio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), atenda a classe trabalhadora e ouça as reivindicações pleiteadas. Os dirigentes sindicais não descartam a possibilidade de suspender o ato.
Para que isso aconteça, os trabalhadores alegam que é preciso haver – com certa brevidade -, sinalização positiva por parte da administração pública estadual. Adilson Ferreira, diretor do Sindconam, destacou ainda que, caso a entidade sindical receba convites para impulsionar os diálogos, bem como registre atendimento total dos pedidos oficialmente apresentados ao Poder Executivo Estadual. “Nós queremos ouvir do próprio Governo como ficarão as demandas da categoria; infelizmente até o momento não obtivemos nenhuma resposta sobre estas nossas reivindicações, e, por este motivo, já para não pegar ninguém de surpresa, os trabalhadores atingiram o ponto máximo da paciência e decidiram anunciar com bastante antecedência essa paralisação”, declarou.
Questionado sobre a possibilidade de suspender a paralisação, o sindicalista destacou que, mesmo diante de uma possível sinalização positiva, a decisão será apresentada em assembleia extraordinária, a fim de ouvir a opinião dos condutores de ambulâncias, e, desta forma, dar encaminhamento de acordo com o consenso da categoria. “Todas as sequências de ações são definidas de forma democrática pelos trabalhadores. A paralisação está mantida, anunciada e prevista para acontecer no dia 04 do próximo mês. Se houver alguma mudança de postura por parte do governo, a exemplo da sinalização de atendimento ao nosso pleito, de imediato iremos pegar estas informações e levar para discursão em assembleia”, completou Adilson Ferreira.

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