TSE mostra que hackers não podem interferir na transmissão de votos

Em tempos de tantas notícias falsas es
palhadas pela internet, algumas vão 
evoluindo para se adequar aos desmentidos e, assim, continuar confundindo as pessoas. Por exemplo, hoje todo mundo já sabe que não dá para atacar a urna eletrônica, porque ela não é ligada à internet. Então, o boato passou a ser outro: agora, dizem que os hackers podem alterar o resultado das eleições interferindo na transmissão dos votos para o TSE – apesar de toda a criptografia de que o sistema eletrônico de votação dispõe. Por isso, é tão importante checar as informações que recebemos pelas redes sociais e pela internet, para não ajudar a espalhar mais mentiras.
Veja matéria sobre o tema no canal do TSE no YouTube.
"Para entender como tudo acontece na realidade, é importante primeiro sempre lembrarmos que a apuração dos votos ocorre no dia da eleição, logo após a votação. Depois das 17h, não tendo mais ninguém esperando para votar na fila da seção eleitoral, o presidente da mesa digita um código na urna eletrônica e, com isso, ela é encerrada. Na mesma hora, imprime-se o Boletim de Urna (BU), que é o extrato em papel contendo todos os votos que cada candidato recebeu naquela seção.
Depois da impressão do BU, o presidente da seção retira uma espécie de pendrive – que todas as urnas têm -, onde são gravados os votos daquela seção. Esse pendrive é levado para um local de transmissão, onde é lido por um programa de computador da Justiça Eleitoral capaz de checar se os dados são autênticos e íntegros. Tendo a certeza de que as informações que ele contém são originárias de uma urna eletrônica e não foram modificadas, o conteúdo do pendrive é transmitido para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde é verificado mais uma vez. Só então os votos são encaminhados para a totalização.
Se há transmissão de dados, um hacker pode alterar os votos, certo?
Não, ele não pode. E é assim porque a Justiça Eleitoral não transmite dados tão importantes de forma aberta na internet. Todas as informações relativas às eleições circulam numa rede privativa, que é toda controlada pelo TSE e à qual apenas pessoas e sistemas autorizados têm acesso.
E, mesmo que algum hacker porventura tivesse algum sucesso acessando a rede privativa da Justiça Eleitoral, ele ainda assim não conseguiria alterar os dados das eleições. Isso porque os dados são criptografados durante o encerramento da urna eletrônica. Trocando em miúdos, isso significa dizer que eles recebem um código que faz os computadores da Justiça Eleitoral reconhecerem se eles são verdadeiros.
Caso se tentasse transmitir alguma informação adulterada, o sistema automaticamente a identificaria e a descartaria. Em português claro, se não for uma informação genuína do sistema eletrônico de votação, que saiu de uma urna eletrônica, o sistema a rejeita, e os votos não são totalizados.
É importante destacar também que cada urna imprime várias cópias do Boletim de Urna, que são afixadas na seção eleitoral, enviadas às juntas eleitorais e distribuídas para partidos políticos, mesários e outros interessados. Assim, qualquer pessoa pode comparar os dados do BU com os publicados na internet após a eleição. Com tanta gente assim fazendo a fiscalização em todas as seções eleitorais do país inteiro, qualquer tipo de fraude na transmissão e totalização não escaparia sem ser descoberta."

Em tempos de tantas notícias falsas es palhadas pela internet, algumas vão  evoluindo para se adequar aos desmentidos e, assim, continuar confundindo as pessoas. Por exemplo, hoje todo mundo já sabe que não dá para atacar a urna eletrônica, porque ela não é ligada à internet. Então, o boato passou a ser outro: agora, dizem que os hackers podem alterar o resultado das eleições interferindo na transmissão dos votos para o TSE – apesar de toda a criptografia de que o sistema eletrônico de votação dispõe. Por isso, é tão importante checar as informações que recebemos pelas redes sociais e pela internet, para não ajudar a espalhar mais mentiras.
Veja matéria sobre o tema no canal do TSE no YouTube.
"Para entender como tudo acontece na realidade, é importante primeiro sempre lembrarmos que a apuração dos votos ocorre no dia da eleição, logo após a votação. Depois das 17h, não tendo mais ninguém esperando para votar na fila da seção eleitoral, o presidente da mesa digita um código na urna eletrônica e, com isso, ela é encerrada. Na mesma hora, imprime-se o Boletim de Urna (BU), que é o extrato em papel contendo todos os votos que cada candidato recebeu naquela seção.
Depois da impressão do BU, o presidente da seção retira uma espécie de pendrive – que todas as urnas têm -, onde são gravados os votos daquela seção. Esse pendrive é levado para um local de transmissão, onde é lido por um programa de computador da Justiça Eleitoral capaz de checar se os dados são autênticos e íntegros. Tendo a certeza de que as informações que ele contém são originárias de uma urna eletrônica e não foram modificadas, o conteúdo do pendrive é transmitido para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde é verificado mais uma vez. Só então os votos são encaminhados para a totalização.
Se há transmissão de dados, um hacker pode alterar os votos, certo?
Não, ele não pode. E é assim porque a Justiça Eleitoral não transmite dados tão importantes de forma aberta na internet. Todas as informações relativas às eleições circulam numa rede privativa, que é toda controlada pelo TSE e à qual apenas pessoas e sistemas autorizados têm acesso.
E, mesmo que algum hacker porventura tivesse algum sucesso acessando a rede privativa da Justiça Eleitoral, ele ainda assim não conseguiria alterar os dados das eleições. Isso porque os dados são criptografados durante o encerramento da urna eletrônica. Trocando em miúdos, isso significa dizer que eles recebem um código que faz os computadores da Justiça Eleitoral reconhecerem se eles são verdadeiros.
Caso se tentasse transmitir alguma informação adulterada, o sistema automaticamente a identificaria e a descartaria. Em português claro, se não for uma informação genuína do sistema eletrônico de votação, que saiu de uma urna eletrônica, o sistema a rejeita, e os votos não são totalizados.
É importante destacar também que cada urna imprime várias cópias do Boletim de Urna, que são afixadas na seção eleitoral, enviadas às juntas eleitorais e distribuídas para partidos políticos, mesários e outros interessados. Assim, qualquer pessoa pode comparar os dados do BU com os publicados na internet após a eleição. Com tanta gente assim fazendo a fiscalização em todas as seções eleitorais do país inteiro, qualquer tipo de fraude na transmissão e totalização não escaparia sem ser descoberta."

Pobreza

Estudo do economista Daniel Duque, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), divulgado ontem pelo Valor Econômico , mostra que entre o primeiro trimestre de 2019 e janeiro deste ano, o nível de pobreza cresceu em 24 das 27 unidades da federação. O trabalho também mostra que houve aumento da população em pobreza extrema em 18 das 27 unidades da federação, considerando renda per capita de US$ 1,90 por dia (cerca de R$ 160 por mês).

Sergipe

De acordo com a pesquisa, Sergipe tem o quinto maior índice de pobreza do país (são mais de 1 milhão de pessoas). Do primeiro trimestre de 2020 a janeiro deste ano, a pobreza em Sergipe passou de 42,4% para 46,8%, perdendo no ranking de miséria apenas para Amapá (55,9%), Maranhão (54,9%), Amazonas (49,7%) e Alagoas (47,5%). 

Convocação

A CUT, as demais centrais sindicais e os movimentos sociais que fazem parte da Campanha ‘Fora, Bolsonaro’ realizam, neste sábado (28), atividades em todo o Brasil para convocar a população para as manifestações de 7 de setembro, dia em que será realizado o 5° Ato Nacional #ForaBolsonaro, que ocupará mais uma vez as ruas de todo o país. Na mesma data será realizado o Grito dos Excluídos, tradicional manifestação nacional realizada todos os anos pelos movimentos sociais.

Esquenta

Segundo as centrais, o "Mutirão Nacional Fora Bolsonaro", que será realizado neste sábado, "é um esquenta para o 7 de setembro. Militantes, trabalhadores e sindicalistas irão às ruas dialogar com a população sobre o trágico cenário econômico e social atual e distribuir um panfleto que lista 10 dos muitos motivos para tirar Jair Bolsonaro (ex-PSL) da Presidência da República.  Intitulado "O Brasil não te aguenta mais", o material já circula pelas ruas e redes sociais desde o dia 18 de Agosto, data em que foram realizadas manifestações em apoio à greve de servidores públicos contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 32, da reforma Administrativa".

Retrocessos

Durante as atividades, os manifestantes irão a locais de grande circulação por todo o país para conversar com a população sobre os incontáveis retrocessos sociais, como o fim ou a redução de investimentos em programas como o Minha Casa Minha Vida; ataques a direitos trabalhistas, como os previstos na Medida Provisória (MP) 1045, que acaba com férias, 13º salário e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); e caos econômico, com disparada da inflação e recordes de desemprego."Tudo isso é obra de Bolsonaro ou está ocorrendo porque ele nada fez para resolver os problemas como são os casos da inflação e do desemprego", diz documento das centrais.

Combustíveis

Os deputados estaduais de Sergipe deram início nesta quarta-feira (25) a um debate sobre os reajustes nos preços dos combustíveis praticados pela Petrobras nos últimos meses. De acordo com o vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Francisco Gualberto, trata-se de uma discussão muita ampla, mas que não será resolvida da forma como alguns deputados da oposição, a exemplo de Georgeo Passos, defendem. "Querer tratar a questão do aumento dos combustíveis somente pela ótica do ICMS do Estado, é querer prejudicar os pobres duas vezes", disse Gualberto.

Aumentos

O deputado ressalta que somente no mês passado houve três aumentos de preço dos combustíveis no país. "Tirar ou reduzir o ICMS desses combustíveis não impede a continuidade dessa política de aumento de preço que é feita pelo governo federal, através do Ministério das Minas e Energia e da Petrobras. Então, o que faremos com os pobres se o Estado deixar de recolher o ICMS e, portanto, perder sua capacidade de assistência social e outros investimentos?", questiona Gualberto. Em Sergipe, o ICMS cobrado pelos combustíveis comercializados está na casa dos 28%.

Comemoram

Para o deputado Georgeo Passos (Cidadania), os governos estaduais estão comemorando o acréscimo no preço dos combustíveis na refinaria. "Hoje os governadores são os que mais aplaudem os aumentos da Petrobras porque aumenta a sua arrecadação de ICMS sem fazer nenhum esforço", acusa, ao defender a redução do imposto sobre os combustíveis.

Inconstitucional

O procurador-geral da República, Augusto Aras, ajuizou 16 Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) contra disposições de constituições e leis estaduais que tratam da vinculação remuneratória nos casos em que os auditores dos Tribunais de Contas dos entes federados (TCEs) substituem os conselheiros desses órgãos. Algumas delas também equiparam os vencimentos dos auditores, nas hipóteses de substituição, aos de juiz de Direito da última entrância. A ação referente ao estado de Sergipe é a ADI 6942. 

Proibida

Na avaliação de Aras, os dispositivos violam o inciso XIII do artigo 37 da Constituição Federal, que proíbe a vinculação ou a equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. Ele alega, ainda, que o STF já decidiu que o estabelecimento de equiparação ou vinculação entre servidores estaduais e federais é contrário ao princípio federativo, pois o aumento de remuneração concedido aos servidores federais por lei da União resulta em majoração de despesa para os estados.

Unicef

A Edição 2021-2024 do Selo UNICEF registrou o maior número de municípios sergipanos inscritos desde que a iniciativa passou a envolver o estado. Foram 56 municípios sergipanos que assumiram um compromisso conjunto pelos direitos de crianças e adolescentes da Amazônia e do Semiárido. Em todo o Brasil, o número chegou a 2.021. Nesta quarta-feira, o UNICEF deu início à edição 2021-2024 do Selo UNICEF. A iniciativa tem como objetivo de fortalecer as políticas públicas em áreas centrais para a realização e a garantia dos direitos de meninas e meninos em cada município, trazendo impactos concretos e de longo prazo.

Compromissos

Os municípios que participam do Selo UNICEF se comprometem a melhorar as políticas públicas municipais em sete áreas: Desenvolvimento infantil na primeira infância; Educação de qualidade para todos; Desenvolvimento integral, saúde mental, e bem-estar de crianças e adolescentes na segunda década da vida; Hábitos de higiene e acesso à água assegurados para crianças e adolescentes nas escolas; Oportunidades de educação, trabalho e formação profissional para adolescentes e jovens; Prevenção e resposta às violências contra crianças e adolescentes; e, Famílias vulneráveis recebendo atenção integral em serviços intersetoriais de proteção social no município.

Nordeste

Os governadores do Nordeste reunidos nesta quarta-feira (25), em Natal (RN), divulgaram uma carta na qual defendem a legalidade, a ordem pública e reafirmaram compromissos com a Constituição. "Reafirmamos que as instituições estaduais cumprirão a missão de proteger a ordem pública e, por isso mesmo, não participarão de qualquer ação que esteja fora da Constituição", diz o documento. Sergipe foi representado pela vice-governadora Eliane Aquino (PT).

Com agências

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