Volume do PIB sergipano caiu em 2017, diz IBGE

 

O Instituto Brasileiro 
de Geografia e Es-
tatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira os dados do Sistema de Contas Regionais para as unidades de federação e o Brasil. Obtidos em parceria com órgãos estaduais de estatística, secretarias estaduais de Governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), eles se referem ao Produto Interno Bruto (PIB) pelas óticas da produção e da renda.
A pesquisa aponta que Sergipe teve queda de 1,1% no volume do PIB, que alcançou R$ 40,7 bilhões em 2017. O resultado coloca o Estado em 23º lugar na participação do PIB no Brasil, respondendo por apenas 0,6% do total. Em 2002, essa participação era de 0,7%, fato que posicionava o estado na 21ª posição no ranking nacional. Além de Sergipe, houve queda nos PIBs do Rio de Janeiro (-1,6%) e da Paraíba (-0,1%). No Nordeste, apenas Rio Grande do Norte, Bahia e Sergipe ficaram abaixo do crescimento médio da série (2,4% ao ano). Já o PIB do Brasil voltou a crescer em volume, com +1,3% em 2017.
Sergipe também perdeu a primeira posição no PIB per capita no Nordeste, posto que ocupava desde 2002: passou a ser o terceiro, após ser superado por Pernambuco e Rio Grande do Norte. Em 2017, o PIB per capita em Sergipe foi de R$ 17.789,00.O PIB per capita do Brasil foi de R$ 31.702,25 em 2017 e apresentou variação de 4,2% em relação a 2016.
Causas – Os resultados são explicados pela retração da Indústria local. De acordo com o IBGE, o PIB da indústria sergipana declinou em 11,7% em relação a 2016. A redução em volume de produção das Indústrias de transformação foi consequência da diminuição da produção de todas suas atividades, com exceção da preparação do couro e fabricação de artigos para viagem e calçados. 
A segunda maior queda (14,1%) ocorreu no setor de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação – devido à redução na vazão da usina hidrelétrica de Xingó. O setor da Construção também contribuiu para as perdas da Indústria, com resultado de -13,2%; mas, ao contrário das demais atividades, perdeu participação no PIB.
Dentre os destaques da economia do estado, está a Agropecuária, que teve o resultado impulsionado pela melhor distribuição das chuvas em alguns municípios sergipanos, em relação a 2016. A atividade da Agricultura, inclusive apoio à agricultura e à pós colheita, foi a que mais influenciou no crescimento do volume de produção. Neste ano, com a diminuição da estiagem em alguns municípios, a lavoura temporária, sobretudo a produção de milho, aumentou significativamente em relação a 2016, quando a maior parte dos produtores da cultura perdeu todo o plantio com a seca. 
O grupo de atividade de Serviços correspondeu a 75,5% da economia de Sergipe em 2017. A atividade de maior destaque, Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social, aumentou sua participação para 28,9% do valor adicionado estadual em 2017 (28,4% em 2016). 

O Instituto Brasileiro  de Geografia e Es- tatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira os dados do Sistema de Contas Regionais para as unidades de federação e o Brasil. Obtidos em parceria com órgãos estaduais de estatística, secretarias estaduais de Governo e a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), eles se referem ao Produto Interno Bruto (PIB) pelas óticas da produção e da renda.
A pesquisa aponta que Sergipe teve queda de 1,1% no volume do PIB, que alcançou R$ 40,7 bilhões em 2017. O resultado coloca o Estado em 23º lugar na participação do PIB no Brasil, respondendo por apenas 0,6% do total. Em 2002, essa participação era de 0,7%, fato que posicionava o estado na 21ª posição no ranking nacional. Além de Sergipe, houve queda nos PIBs do Rio de Janeiro (-1,6%) e da Paraíba (-0,1%). No Nordeste, apenas Rio Grande do Norte, Bahia e Sergipe ficaram abaixo do crescimento médio da série (2,4% ao ano). Já o PIB do Brasil voltou a crescer em volume, com +1,3% em 2017.
Sergipe também perdeu a primeira posição no PIB per capita no Nordeste, posto que ocupava desde 2002: passou a ser o terceiro, após ser superado por Pernambuco e Rio Grande do Norte. Em 2017, o PIB per capita em Sergipe foi de R$ 17.789,00.O PIB per capita do Brasil foi de R$ 31.702,25 em 2017 e apresentou variação de 4,2% em relação a 2016.

Causas – Os resultados são explicados pela retração da Indústria local. De acordo com o IBGE, o PIB da indústria sergipana declinou em 11,7% em relação a 2016. A redução em volume de produção das Indústrias de transformação foi consequência da diminuição da produção de todas suas atividades, com exceção da preparação do couro e fabricação de artigos para viagem e calçados. 
A segunda maior queda (14,1%) ocorreu no setor de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação – devido à redução na vazão da usina hidrelétrica de Xingó. O setor da Construção também contribuiu para as perdas da Indústria, com resultado de -13,2%; mas, ao contrário das demais atividades, perdeu participação no PIB.
Dentre os destaques da economia do estado, está a Agropecuária, que teve o resultado impulsionado pela melhor distribuição das chuvas em alguns municípios sergipanos, em relação a 2016. A atividade da Agricultura, inclusive apoio à agricultura e à pós colheita, foi a que mais influenciou no crescimento do volume de produção. Neste ano, com a diminuição da estiagem em alguns municípios, a lavoura temporária, sobretudo a produção de milho, aumentou significativamente em relação a 2016, quando a maior parte dos produtores da cultura perdeu todo o plantio com a seca. 
O grupo de atividade de Serviços correspondeu a 75,5% da economia de Sergipe em 2017. A atividade de maior destaque, Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social, aumentou sua participação para 28,9% do valor adicionado estadual em 2017 (28,4% em 2016). 

 

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