No próximo dia 18, o governador em exercício, Jackson Barreto, organizará um jantar beneficente para arrecadar recursos para as obras de reforma e restauração da Catedral Metropolitana de Aracaju. O prédio já se encontra em reforma e a primeira etapa dos serviços está orçada em R$ 4,5 milhões.
Além de simbolizar a religiosidade da população, a Catedral é um prédio que referencia o crescimento urbano e cultural da cidade, já que foi uma das primeiras edificações construídas no Centro de Aracaju. Em setembro de 2012, o Governo do Estado, através do Banese, doou R$1 milhão para a obra de restauração do prédio.
"A Catedral é um marco da Cidade, um prédio histórico que nasceu quando nasceu Aracaju. Nosso trabalho é pela preservação de um templo religioso, mas acima de tudo, pela preservação de um prédio histórico, que marca nossa identidade. Faremos um jantar para empresários para que possamos arrecadar fundos pela obra. É uma ação da sociedade sergipana que o Governo do Estado endossa", afirma Jackson.
"Esse jantar faz parte do projeto do Governo de participar da obra e é uma convocação para que toda a sociedade contribua com a reforma da Catedral. A Arquidiocese vai convocar a sociedade para que todos contribuam com pequenas e médias doações. É um momento bonito onde os sergipanos poderão mostrar que estão participando efetivamente da reforma, que não estamos passivos. É o nosso patrimônio religioso e histórico e temos que preservá-lo", disse o bispo auxiliar da Arquidiocese de Aracaju, Dom Henrique Soares.
Tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado, o prédio da Catedral conta com o auxílio da Subsecretaria de Estado do Patrimônio Histórico e Cultural (Subpac) na execução do projeto de restauração.
"Desde o início da elaboração dos projetos, nossa equipe técnica acompanha os trabalhos, pontuando os valores históricos do prédio, o que não pode ser alterado, por exemplo. Na etapa de execução, fazemos o monitoramento semanal da obra juntamente com a equipe da empresa contratada e a mediação técnica entre a empresa e as determinações do Museu de Arte Sacra, daquilo que não pode ser alterado do ponto de vista histórico e cultural.
Sem dúvida alguma, nosso governo deixa uma enorme contribuição na área de preservação de patrimônio cultural. São 61 bens tombados pelo Patrimônio Histórico do Estado que são monitorados regularmente pela nossa equipe. Temos o PMOC, o Museu da Gente Sergipana, o prédio da PGE completamente restaurado", informou o gestor da Subpac, Luiz Alberto.


