Brasileiros fizeram 35.615 ciclos de fertilização in vitro em 2015
Conforme informações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), constantes seu portal que apresenta o relatório referente ao ano de 2015 do Sistema Nacional de Produção de Embriões-SisEmbrio, 141(cento e quarenta e um) bancos de Células e Tecidos Germinativos – BCTGs (Laboratórios de Fertilização in vitro) encaminharam sua produção ao SisEmbrio. Este número é o maior desde que o sistema começou a funcionar, em 2008. Em 2015 houve um crescimento de 40% no número de embriões congelados em relação ao ano de 2014, subindo de 47.812 para 67.359. Já o número de embriões doados para pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasil foi de apenas 48 no ano passado. De acordo com o relatório, foram realizadas 73.472 transferências de embriões para as pacientes que realizaram técnicas de fertilização in vitro no Brasil. Além disso, foram reportados mais de 35.615 ciclos de fertilização com mais de 327.748 oócitos produzidos. Além dos dados apresentados, o SisEmbrio realiza avaliação de indicadores de qualidade para os Bancos de Células e Tecidos Germinativos, mais conhecidos como clínicas de Reprodução Humana Assistida. Esses dados fornecem informações importantes sobre a padronização dos processos nos Bancos e refletem a qualidade do laboratório, como ambiente favorável, manipulação correta de materiais e equipamentos, bem como a qualidade da manipulação.
O que é a ABMI?
Fundada em 2002, a ABMI (Associação Brasileira da Música Independente) é organizadora do mercado fonográfico independente e única detentora de convênios fonográficos para o exercício da exploração do direito autoral. A ABMI atua não apenas no mercado brasileiro, mas também no mercado internacional aliando-se a outras organizações setoriais da música tendo como objetivo maior a integração do mercado brasileiro ao mercado mundial de música gravada. A ABMI tem cadeira cativa na WIN – Worldwide Independent Network – associação mundial de gravadoras e associações independentes, com mais de 800 associados em todo o mundo. Além da WIN a ABMI participa ativamente do MERLIN que vem se destacando como o mais importante articulador de negócios da música em ambientes digitais em todo o mundo. Além disso, é membro atuante no Conselho Gestor do projeto ESTROMBO.
História da Patente no Brasil
Dom Pedro baixou uma lei em 28 de agosto de 1830 que se debruçava sobre aspectos da concessão de patentes, mas ainda era uma tentativa quase telegráfica de tratar do assunto. Coube a Dom Pedro II regular pela lei 3.129, de 14 de outubro de 1882, a concessão de patentes no Império. O texto da Lei abordava que o privilégio exclusivo da invenção principal só vigorará até 15 anos, e o do melhoramento da invenção concedido ao seu autor, terminará ao mesmo tempo que aquele. Se durante o privilégio, a necessidade ou utilidade pública exigir a vulgarização da invenção, ou o seu uso exclusivo pelo Estado, poderá ser desapropriada a patente, mediante as formalidades legais. A lei de Dom Pedro II foi elaborada no mesmo momento em que os países mais envolvidos na discussão sobre patentes ultimavam um encontro internacional para aparar arestas. A primeira reunião conjunta aconteceu em Paris, em1880.Lá, os governantes perceberam que não bastava a cada pais ter a sua própria lei e a propriedade intelectual não conhecia fronteiras. Era preciso tentar estabelecer padrões aceitáveis por todos. Foi assim que, em 20 de março de 1883, depois de três anos de debates, 14 países, entre eles o Brasil, assinaram o primeiro acordo internacional conjunto sobre patentes, conhecido como Convenção da União de Paris(CUP), que entraria efetivamente em vigor em1884. Além do Brasil, são signatários da CUP: França, Bélgica, Guatemala, Espanha, Itália, Holanda, Portugal, El Salvador, Sérvia, Suiça, Grã-Bretanha, Tunisia e Equador.
Mulheres são maioria entre os doutores ormados no exterior
A maioria dos brasileiros que concluíram doutorado no exterior nos últimos quatro anos é mulher, mas elas ainda têm menos inserção no mercado de trabalho e recebem salários menores do que os homens, segundo um levantamento feito pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), uma organização social ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Segundo o estudo, 14.173 brasileiros obtiveram título de doutor fora do País entre 1970 e 2014. Desse total, 8.357 (59%) são homens e 5.786 (41%) são mulheres – ou seja, há uma predominância claramente masculina no acumulado desses 45 anos. A partir de 2012, porém, a tendência se inverte, e as mulheres passam a ser maioria, chegando a 60% do total em 2014. A reversão pode estar associada a um conjunto de fatores sociais e econômicos bem conhecidos no país, como a crescente independência da mulher na sociedade brasileira, a transformação do papel feminino – a maternidade já não é o principal fato social na vida da mulher no Brasil – e a participação ativa no mercado de trabalho", diz o relatório. É uma tendência que já se observa há algum tempo entre os doutores titulados no País", informa o presidente do CGEE, Mariano Laplane. No cenário doméstico, as mulheres já são maioria desde 2004. O estudo mostra que estudar no exterior é um bom investimento, tanto para homens quanto para mulheres.

