Entidades empresariais querem evitar prejuízos

A fim de evitar ações que prejudiquem o setor produtivo, devido à Greve Geral em protesto à Reforma da Previdência, prevista para acontecer nesta terça-feira, representantes da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), juntamente com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), se reuniram nesta segunda-feira (4), para deliberar sobre a situação de forma que a indústria, comércio e setor de serviços não sejam atingidos.

A preocupação dos empresários e lojistas é que os respectivos estabelecimentos tenham queda no desempenho nas vendas e negócios em geral, além do risco de terem as lojas depredadas. Para as entidades, toda manifestação é válida, desde que não interfira na liberdade de ir e vir do cidadão e prejudique a cadeia produtiva. Diante da situação, as entidades avaliaram, de maneira coletiva, os meios legais de enfrentamento à Greve.

De acordo com Marco Aurélio Pinheiro, presidente da Acese, o movimento prejudica o setor produtivo em geral, incluindo trabalhadores. “Queremos garantir que, através das liminares sejam cumpridas, solicitando ao Estado que o direito constitucional de ir e vir da população seja exercido. Fechar rodovias federais, estaduais, empresas de ônibus e outras localidades impede os legítimos trabalhadores de desempenharem o seu papel, sobretudo no momento que a economia começa a se recuperar e em um mês tão importante para o comércio”, observa.

O presidente da CDL Aracaju, Brenno Barreto, destaca a importância do fim de ano para o Centro Comercial, os lojistas e consumidores. “A mobilização é aparentemente eleitoreira, realizada por sindicatos e outros movimentos que não demonstram preocupação com o bem estar ou melhoria das condições trabalhistas. Isso causará transtorno para a população, por isso, estamos buscando meios de dialogar, de forma que os prejuízos sejam minimizados. É um cuidado que devemos ter para não transformar o interesse único de uma categoria, em um problema com a população”.

Devido à conjuntura, as instituições representantes do setor produtivo em Sergipe, construíram um manifesto, em repúdio ao movimento.

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