Lojistas se preparam para injeção de recursos do 13º salário

 

Milton Alves Júnior
Um bilhão e seiscentos 
milhões de reais. Com 
um crescimento real de 3% se comparado com o mesmo período do ano passado, esse montante bilionário é a perspectiva de injeção econômica no estado de Sergipe até o final do ano com o pagamento do 13º salário da classe trabalhadora. Indicativos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostram que esse ano pouco mais de 695 mil trabalhadores residentes em Sergipe terão direito ao benefício constitucional; desse total, 400 mil são de trabalhadores ativos nas esferas pública e privada, e os demais 295 mol formados por contribuintes aposentados. Paralelo à movimentação comercial, a expectativa é que parte desse repasse bilionário seja aplicado na quitação de dívidas.
Uma medida, inclusive, aprovada e orientada pelo economista Luís Moura. De acordo com o especialista, utilizar essa aplicação financeira para quitar pendências acumuladas ao longo dos últimos meses ajuda a minimizar ou cessar os efeitos negativos impostos pelos juros, sobretudo, aqueles aplicados por instituições bancárias ou gestoras de cartões de créditos. "O final de ano trata-se de uma fase sempre muito esperada pelo setor empresarial no ramo do comércio. Tradicionalmente é possível perceber que uma ampla parcela desta gratificação natalina acaba sendo infiltrada no setor comercial, mas no caso de trabalhadores endividados sugiro que esse dinheiro seja destinado para esse fim. Dessa forma você consegue quitar pendências e, se precisar, estará com o nome limpo para outras compras", avaliou.
De olho nesse montante financeiro prestes a ser aplicado no mercado regional, a direção da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Aracaju (CDL), acredita que este ano as lojas, juntas, devem promover a contratação temporária de aproximadamente mil postos de trabalho temporário. Conforme destacado por Brenno Barreto, presidente da Câmara, essa estimativa apresenta indicativos superiores se comparado ao mesmo período do ano passado. "Na realidade esses trabalhos temporários começaram a ser preenchidos já no mês passado, de outubro, quando algumas lojas passaram a se organizar para a já tradicional alta demanda no período de festas de final de ano. A perspectiva é que até 1.200 empregos temporários sejam oficializadas", disse.
Os dados da CDL indicam apenas a presença do Estado de Sergipe dentro das perspectivas nacionais. Uma avaliação prévia realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a oferta de vagas temporárias para o Natal de 2019 será a maior em seis anos. Segundo projeção da entidade, serão contratados 91 mil trabalhadores temporários neste fim de ano para atender ao aumento das vendas. Esse número é 4% maior do que o registrado em 2018 (87,5 mil). Assim como ocorre ao longo das últimas décadas, o Natal segue sendo a principal data comemorativa do varejo e deve movimentar R$ 35,9 bilhões em 2019.

Milton Alves Júnior

Um bilhão e seiscentos  milhões de reais. Com  um crescimento real de 3% se comparado com o mesmo período do ano passado, esse montante bilionário é a perspectiva de injeção econômica no estado de Sergipe até o final do ano com o pagamento do 13º salário da classe trabalhadora. Indicativos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostram que esse ano pouco mais de 695 mil trabalhadores residentes em Sergipe terão direito ao benefício constitucional; desse total, 400 mil são de trabalhadores ativos nas esferas pública e privada, e os demais 295 mol formados por contribuintes aposentados. Paralelo à movimentação comercial, a expectativa é que parte desse repasse bilionário seja aplicado na quitação de dívidas.
Uma medida, inclusive, aprovada e orientada pelo economista Luís Moura. De acordo com o especialista, utilizar essa aplicação financeira para quitar pendências acumuladas ao longo dos últimos meses ajuda a minimizar ou cessar os efeitos negativos impostos pelos juros, sobretudo, aqueles aplicados por instituições bancárias ou gestoras de cartões de créditos. "O final de ano trata-se de uma fase sempre muito esperada pelo setor empresarial no ramo do comércio. Tradicionalmente é possível perceber que uma ampla parcela desta gratificação natalina acaba sendo infiltrada no setor comercial, mas no caso de trabalhadores endividados sugiro que esse dinheiro seja destinado para esse fim. Dessa forma você consegue quitar pendências e, se precisar, estará com o nome limpo para outras compras", avaliou.
De olho nesse montante financeiro prestes a ser aplicado no mercado regional, a direção da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Aracaju (CDL), acredita que este ano as lojas, juntas, devem promover a contratação temporária de aproximadamente mil postos de trabalho temporário. Conforme destacado por Brenno Barreto, presidente da Câmara, essa estimativa apresenta indicativos superiores se comparado ao mesmo período do ano passado. "Na realidade esses trabalhos temporários começaram a ser preenchidos já no mês passado, de outubro, quando algumas lojas passaram a se organizar para a já tradicional alta demanda no período de festas de final de ano. A perspectiva é que até 1.200 empregos temporários sejam oficializadas", disse.
Os dados da CDL indicam apenas a presença do Estado de Sergipe dentro das perspectivas nacionais. Uma avaliação prévia realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que a oferta de vagas temporárias para o Natal de 2019 será a maior em seis anos. Segundo projeção da entidade, serão contratados 91 mil trabalhadores temporários neste fim de ano para atender ao aumento das vendas. Esse número é 4% maior do que o registrado em 2018 (87,5 mil). Assim como ocorre ao longo das últimas décadas, o Natal segue sendo a principal data comemorativa do varejo e deve movimentar R$ 35,9 bilhões em 2019.

 

Compartilhe esta notícia