Homem morre após ser atacado por abelhas em casa em Gararu

Este foi o segundo ataque grave provocado por abelhas em menos de um ano no Estado de Sergipe.
Milton Alves Júnior
 
Foi sepultado na tarde de ontem no município de Gararu, região do Sertão Sergipano, o corpo do idoso de 76 anos que morreu após ser atingido por centenas de abelhas. Conforme revelado por familiares, a vítima fatal estava na respectiva residência, próximo a uma árvore, quando recebeu mais de 400 picadas dos insetos; além do homem, a esposa também foi atingida, porém, em menor proporção. A princípio, conforme identificado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o casal foi acolhido no setor de urgência da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), localizada na cidade de Porto da Folha. A esposa da vítima fatal recebeu os primeiros socorros e liberada logo em seguida.
Este foi o segundo ataque grave provocado por abelhas em menos de um ano no Estado de Sergipe. No dia 27 de dezembro do ano passado um motorista de caminhão perdeu o controle do veículo e tombou na BR-235, KM 66, município de Frei Paulo, Agreste de Sergipe, após ser atingido por 90 picadas de abelhas. Na ocasião a vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e em seguida encaminhada para o setor de traumas do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju. Sobre este caso registrado no ano passado, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), aconselha os motoristas que passam por áreas de vegetação, que dirijam com as janelas fechadas.
A orientação por parte do tenente-coronel, Jairo Cruz, não é indicado tentar afugentar abelhas. “Se você encontrar um enxame nunca jogar um objeto afugentá-las. Já que as abelhas vão atuar para defender o seu enxame, o ideal é se afastar o máximo possível, correr mesmo e procurar um abrigo, se tiver um lençol ou manta use pra se proteger”, declarou. Em caso de ataque, o ideal é buscar uma piscina ou um lago e mergulhar. Outra situação que também coloca em risco algumas pessoas é o resgate de vítimas de ataque a abelhas. “Para prestar socorro é preciso ter um Equipamento de Proteção Individual (EPI), ou local de abrigo. Se você tentar ajudar pode ser vítima”, completou o tenente-coronel.
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