Os números do mercado de trabalho servem como uma espécie de diagnóstico da economia brasileira
A promessa de criar empregos, gerar renda, vem sendo cumprida à risca pelo presidente Lula. As aferições realizadas mês a mês não deixam margem para dúvidas.
O Brasil atingiu no trimestre encerrado em outubro a taxa de desemprego de 5,4%. É o menor índice registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012.
Além dos recordes de desemprego há outros dados positivos a serem consideração, como o patamar de empregados com carteira assinada, o rendimento do trabalhador, a massa salarial do país e o nível de desalentados – pessoas que, por desmotivação, sequer procuram emprego. Qualquer que seja o recorte, o país vai muito bem.
A pesquisa do IBGE revela, por exemplo, que o número de trabalhadores que contribuíram para institutos de previdência foi recorde. No trimestre encerrado em outubro alcançou 67,8 milhões de pessoas.
Os números do mercado de trabalho servem como uma espécie de diagnóstico da economia brasileira. A criação de novos postos de trabalho significa mercado aquecido, a roda girando, o dinheiro passando de mão em mão. Como se vê, o brasileiro só precisa de uma oportunidade para arregaçar as mangas.


