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BB investe forte em Sergipe


Publicado em 12 de agosto de 2012
Por Jornal Do Dia


A superintendente do BB, Marília Prado

O Banco do Brasil está ampliando sua rede de atendimento em Sergipe. Segundo a superintendente do BB no estado, Marília Prado, até o final do ano Aracaju ganhará três novas agências. Nesta entrevista, ela também fala sobre os investimentos do banco no estado e as ações sociais desenvolvidas em parceria com a Fundação Banco do Brasil.

JORNAL DO DIA – Quanto o Banco do Brasil já investiu este ano em Sergipe visando ampliar sua rede de atendimento?

MARÍLIA PRADO – Em Sergipe, a rede do Banco do Brasil conta com 53 agências, 65 pontos de atendimento, 410 terminais de autoatendimento, 12 unidades do Banco Postal e 707 funcionários. Os investimentos são constantes para a manutenção da sua rede de dependências, em tecnologia e modernização e na capacitação de funcionários. Neste ano, inauguramos uma agência na cidade de Poço Redondo, no sertão sergipano, e temos vários projetos aqui para Sergipe. Em Aracaju, em breve a comunidade contará com mais uma agência, no bairro Coroa do Meio. E até o final do ano, serão mais duas agências na capital, uma no Distrito Industrial e outra no bairro Garcia. No interior, o município de Cristinápolis também passará a contar com uma agência do BB, e a cidade de Itabaiana terá mais uma unidade do BB, localizada na Avenida Dr. Luiz Magalhães. Estes investimentos somam cerca de R$ 10 milhões.

JD – Qual o montante de investimentos do BB na economia sergipana?

MP – No desenvolvimento da economia estadual temos apoiado todos os segmentos de mercado. Para isso concedemos Crédito para Pessoa Física, para empresas e para o agronegócio, além de ter um serviço especializado para atendimento ao setor público.
Em Sergipe, destaca-se a atuação do BB no crédito para as pessoas físicas, que estimamos novas contratações ainda este ano de cerca de R$ 730 milhões. Estes recursos tem alta relevância social e econômica porque facilitam o acesso ao consumo de bens, produtos e serviços, geram renda e emprego e realimentam o crescimento da economia, numa espiral positiva desejável pelo BB como agente de desenvolvimento social. Com uma ampla variedade de produtos e serviços, o Banco do Brasil possui expertise no atendimento a empresas brasileiras no país e no exterior. São diversas opções de crédito e financiamentos para micro, pequenas, médias e grandes empresas. O crédito aplicado neste segmento em Sergipe, para o período de 2012, é de R$ 600 milhões.

JD – Hoje o Banco do Brasil atende a todos os segmentos da economia sergipana?

MP – Sim. O Banco do Brasil tem o objetivo de ser o banco dos brasileiros e das empresas brasileiras onde quer que elas estejam. É seguindo esta premissa que desenvolvemos nossas atividades. O BB é um dos principais agentes do desenvolvimento econômico e social do país, impulsiona a economia e o desenvolvimento dos municípios sergipanos atuando junto ao segmento de pessoa física, pessoa jurídica e governo. O leque de produtos e serviços é planejado para a realização de negócios baseados em produtos e serviços que atendam às necessidades reais e potenciais do mercado. Essas necessidades levam o BB a desenvolver produtos modernos que, além de rentabilidade, ofereçam segurança e comodidade a seus clientes de qualquer segmento.

JD – Até que ponto cresceu a procura por crédito depois que o Banco do Brasil reduziu os juros?

MP – Com a redução de juros e o programa de relacionamento, tivemos significativo aumento do crédito. Pessoas físicas e empresas migraram seus negócios da concorrência e ampliaram as suas operações de crédito com o Banco do Brasil. Desde a primeira semana do novo posicionamento, observamos aumento no número de clientes e de contratação de novos empréstimos, cujos recursos foram utilizados para liquidar seus financiamentos em outros bancos. O BOMPRATODOS não é somente um pacote de medidas para redução de juros, visa também reafirmar o compromisso do banco com a sociedade, estimulando a utilização consciente do crédito, através da assessoria financeira e ressaltando a busca do BB em alcançar a excelência no atendimento.

JD – Qual tem sido a receptividade do empresariado sergipano para com o Programa BOMPRATODOS?

MP – A receptividade do BOMPRATODOS tem sido muito boa em todos os segmentos. Os empresários fazem uma avaliação positiva, pois o BB saiu na frente e apresentou uma estratégia em que o destaque foi ofertar para as empresas a redução das taxas de juros das principais linhas de crédito e o lançamento do serviço de Assessoria Financeira PJ, demonstrando que o Banco continua a oferecer as melhores condições do mercado, inclusive comprando dívidas e reduzindo encargos. Com as medidas, o BB facilitou o acesso a recursos para as empresas honrarem suas despesas correntes (reforço de estoque, pagamento de tributos ou salário). Mas há também o benefício indireto de que, ao comprometer menos sua capacidade de tomar empréstimos, as empresas podem usar o capital para financiar a implantação, ampliação ou modernização da capacidade instalada (estrutura física, parque tecnológico, etc.) ou a aquisição de bens e equipamentos. Até o próximo dia 31, estamos com taxas diferenciadas para compra de dívidas.

JD – Como é a atuação do BB na área social no estado de Sergipe?

MP – O engajamento do Banco do Brasil com os princípios de responsabilidade socioambiental faz parte de sua tradição bicentenária. Com o apoio da Fundação Banco do Brasil, atua de forma a identificar e mobilizar diferentes atores sociais na busca por soluções efetivas para aspectos fundamentais do desenvolvimento sustentável de comunidades brasileiras. O investimento social da Fundação Banco do Brasil é direcionado à replicação de tecnologias sociais, projetos de Geração de Trabalho e Renda e programas na área de Educação. Aqui em Sergipe são desenvolvidos os programas AABB Comunidade, em 15 municípios, beneficiando cerca de 3,2 mil crianças, BB Educar, em três municípios, Inclusão Digital, em oito municípios, e o Projeto Memória, que funciona de forma itinerante e pretende passar por todos municípios sergipanos.

JD – Quais as áreas de atuação do banco visando estimular a geração de trabalho e renda no estado?

MP – Na geração de trabalho e renda, o BB e a FBB investem nas atividades de apicultura, o cultivo da mandioca e do milho, artesanato, ovicaprinocultura, bovinocultura, feiras da agricultura familiar e beneficiamento de resíduos sólidos. Com estes projetos, o BB beneficia cerca de 40 mil famílias. Em Sergipe, além dessas atividades, neste ano em que o estado foi atingido por uma forte estiagem, os funcionários do BB, através do Comitê de Cidadania dos Funcionários do Banco do Brasil, uniram-se na busca por doações para beneficiar as famílias de cidades atingidas. No final de um mês de campanha, foram arrecadas 26 toneladas de alimentos não perecíveis, que, acondicionados em cestas básicas, foram distribuídos em comunidades do sertão.

JD – Como Sergipe se comporta em termos de inadimplência?

MP – O crescimento da carteira de crédito foi acompanho da elevação da qualidade da carteira e da consequente queda na inadimplência. Estes fatores foram fundamentais para manter a sustentabilidade dos negócios e permitir que a inadimplência acompanhasse a performance do BB no país, com índice médio de 2%.

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