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CALENDÁRIO GREGORIANO E ANO BOM


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Publicado em 06 de janeiro de 2024
Por Jornal Do Dia Se


Manoel Moacir Costa Macêdo

Os calendários adotados pela humanidade não são uniformes. Eles são distintos:gregoriano, juliano, chinês e islâmico, entre outros. Alguns são combinações entre eles, como os alternativos, que marcam os ciclos religiosos e astrológicos.
O tempo nos calendários, acolhe controvérsias nateoria e na existência. Longe de ser unânime, a passagem de ano, segue ocalendário em uso por cada povo. A maioria dos países, principalmente os católicos, adotam o calendário gregoriano, em face da poderosa igreja católica. Criado pelo Papa Gregório XIII no ano de 1582.O Brasil, adota o calendário gregoriano.
O calendário islâmico, é lunar, doze meses lunares em um ano de trezentos e cinquenta e quatro ou trezentos e cinquenta e cinco dias, sendo onze dias mais curtos que um ano solar. Nações do mundo islâmico usam o calendário gregoriano para fins civis, e o calendário islâmico para fins religiosos.Outros países mitigam os seus próprios calendários ao lado do calendário gregoriano. A Índia, calendário nacional indiano; Bangladesh, calendário bengali; Paquistão, calendário islâmico; e Israel, calendário hebraico. Outros, usam uma versão modificada do calendário gregoriano, como a Tailândia, calendário solar tailandês; Japão, calendário japonês; Coreia do Norte, calendário norte-coreano; e Taiwan, calendário minguo.
Previsões são comuns em todos os calendários na passagem de ano. No caso do Brasil, que no ano novo, sejam atendidas de forma equânime, as necessidades de suas filhas e filhos.Que os indicadores sociais, econômicos e de liberdade, sejam menos desiguais e sigam as receitas das organizações internacionais de saúde, educação, economia, trabalho e política.
Não é impossível, rogar o alivio das dores e sofreres dos pobres, espíritosencarnados como humanidade. Que na passagem de ano celebrada com luzes, banquetes, fogos e alegria, carregue a utopia dos valores elementares da civilização, a exemplo da saúde, alimentação, educação e paz nos demais dias do ano.
No alvorecer do novo ano,principalmente nos países majoritariamente cristãos, como o Brasil, regidos pelo calendário gregoriano, ou em qualquer outro calendário, as guerras com os seus fuzis, bombas e mísseis, seja silenciada e esquecida como uma das mais dolorosas brutalidades do ano que passou. Uma previsão possível, que a fome que maltrata, oitocentos milhões de pessoas no mundo, e mais de trinta milhões de conterrâneos e conterrâneas, seja zerada no ano bom que está porvir.
NoBrasil, louvado como”abençoado por Deus, bonito por natureza” e”país do futuro”, que a boa-nova do novo ano,sejam políticas públicas de saúde para todos, fome zero, liberdade de pensar, ir e vir, trabalho honesto e educação de qualidade para os invisíveis, com sustentabilidade e esperançar nos anos bons que virão.
Ao final, independente dos diversos calendáriosno planeta, alguns milenares, quepredominea rota inexorável e evolutiva da humanidade. Direitos humanos e consciência coletiva, ultrapassem oscalendários para assentar no desenvolvimento integral do ser humano.

Manoel Moacir Costa Macêdo, é engenheiro agrônomo e advogado.

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