Cesta básica de Aracaju tem alta em janeiro

Kátia Azevedo

A cesta básica de Aracaju teve um aumento acumulado de 7,79% em janeiro. A cidade está na lista das 17 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) que tiveram aumento significativo no consumo de itens considerados essenciais.

A exceção foi em Manaus, onde o valor da cesta caiu 0,89%, passando para R$ 317,84. Em 12 meses, a maior alta foi verificada na capital de Sergipe com alta de 23,65%. Ainda com essa elevação dos preços, a cesta básica de Aracaju segue como sendo a mais barata do país (R$264,84), seguido de Natal, com R$ 277,56, alta de 3,29% e João Pessoa, com R$ 278,73, alta de 2,47%.

Além de Aracaju, as maiores altas foram observadas em Salvador (11,71%), Goiânia (7,48%) e Brasília (7,26%). Manaus foi a única cidade onde a cesta ficou mais barata (-0,89%). O levantamento revela que em 12 meses – entre fevereiro de 2014 e janeiro último – também houve aumento acumulado do preço da cesta em 17 capitais, com destaque para Aracaju (23,65%), Goiânia (18,22%) e Brasília (16,28%).

  Pelos cálculos do Dieese, o salário mínimo necessário que o trabalhador pudesse arcar com o custo dos itens essenciais, em julho, deveria ter sido R$ 2.212,66, o que supera em 4,06 vezes o valor em vigor (R$ 545).
Pelos cálculos do Dieese, o salário mínimo necessário que o trabalhador pudesse arcar com o custo dos itens essenciais, em julho, deveria ter sido R$ 2.212,66, o que supera em 4,06 vezes o valor em vigor (R$ 545).

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