Suspeito de operacionalizar um movimento criminoso especializado em receptação, falsificação de documento particular, uso de documento falso e estelionato, um servidor público municipal segue preso em Aracaju e à disposição do Poder Judiciário. O nome do réu não foi revelado. Em posse de um mandado expedido pela 7ª Vara Criminal, agentes da Polícia Civil – com atuação no Departamento de Crimes contra o Patrimônio (Depatri), foi deflagrado no início da manhã de ontem. Por se tratar de uma ação com base em sentenças definitivas, o acusado não será submetido a audiência de custódia. Inicialmente ele foi condenado a 11 anos e seis meses de reclusão em regime fechado.
Esse período de detenção foi estendido pelo fato de haver um segundo processo já concluído em desfavor do mesmo servidor investigado. Este mandado complementar expedido, desta vez, pela Vara de Execução de Medidas e Penas Alternativas, é decorrente de condenação definitiva por uso de documento falso. Por esta prática criminosa o Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE), foi imposta uma pena de dois anos e seis meses de prisão. De acordo com a Superintendência da Polícia Civil, não há indícios de os crimes terem relação com a função pública exercida pelo investigado, que atua como agente de saúde concursado da Prefeitura de Aracaju. No momento da abordagem não houve tentativa de fuga e/ou reação violenta por parte do réu.
Mesmo com o principal suspeito preso, o governo do estado pede que denúncias anônimas contendo informações capazes de colaborar com os estudos, sejam apresentadas ao setor de inteligência da Polícia Civil. O compartilhamento destes dados deve ser feito a qualquer hora do dia por meio do Disque-Denúncia (181).
Cumprido mandados de prisão contra servidor público


