O fato é que o combate à fome, consequência imediata da pobreza, é bandeira desfraldada pelo governo LulaSob Lula, o Brasil se transformou no país da mobilidade social. Não há outro lugar no mundo onde tantos cidadãos deixaram a pobreza no mesmo intervalo de tempo.
Segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e Combate à Fome, o número de famílias em risco de insegurança alimentar e nutricional dobraria, caso não existisse o Programa Bolsa Família.
O Indicador de Risco de Insegurança Alimentar Grave Municipal (CadInsan), desenvolvido pela Secretaria Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome (SECF) do MDS, mostra que, sem o programa, o número de famílias do CadÚnico em risco de insegurança alimentar e nutricional teria passado de 2,3 para 4,7 milhões, considerando dados de janeiro de 2025.
O fato é que o combate à fome, consequência imediata da pobreza, é bandeira desfraldada pelo governo Lula. E os diversos programas orientados para enfrentar o problema extrapolam a retórica bem-intencionada em forma de recursos.
Bolsa Família, Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Programa de Aquisição de Alimentos investem milhões para levar comida à mesa de quem mais precisa. E servem de exemplo para o mundo.

