* José Eloízio da Costa
eloizio.npgeo@gmail.com
* Silmara Lisboa Santos
Lisboasilmara2@gmail.com
O genocídio contínuo do Estado Terrorista de “israel” contra os oprimidos palestinos em nada mudou o quadro bélico face ao silencio hipócrita do Ocidente decadente que assiste a matança sem qualquer reação. No Brasil, o quadro é mais grave. Um país formado por evangélicos ignorantes e gananciosos, uma escoria fascista do sexo masculino e uma elite que odeia pobres em que a questão Palestina passa bem distante. Somado a ladainha mentirosa de “povo eleito”, “povo escolhido”, o “povo da Bíblia” e outras baboseiras ideológicas e americanas para justificar a existência de “israel” em que temos que suportar essa coisa abominável
A verdadeira história de “israel” agora é um livro aberto. Não a Israel da bíblia, por sinal utilizada fanaticamente pelos evangélicos brasileiros, sendo até mesmo destacada como “povo intocável”, livre de críticas. O genocídio em Gaza com mais de 60 mil mortos, todos inocentes e desarmados, a maioria assassinada são crianças e mulheres através das ações terroristas de Estado, em que escancarou de termos um Estado que não obedece qualquer norma insculpida no Direito Internacional e ataca impunemente Estados vizinhos invadindo sistematicamente o espaço aéreo com bombardeios e massacres de civis. E fica por isso mesmo, sem punição internacional, por ser um “país excepcional”, uma “obra de Deus” e as atrocidades cometidas não podem ser reprovadas, afinal estamos tratando da “Terra Santa” (sic). Para os evangélicos ignorantes, a existência de “israel” é a prova da vinda cada vez mais próxima do tal “Messias”. Uma verdadeira esquizofrenia que poderá levar a Terceira Guerra Mundial por um estado nazista formado por psicopatas talmúdicos na governança e uma sociedade fascista.
Criado pelo imperialismo inglês e americano nos anos 40 do século passado, com forte apoio ideológico-religioso do sionismo cristão, do capital judaico e da mídia ocidental; além do apoio politico, financeiro e principalmente no fornecimento infinito de armas a entidade sionista criminosa por parte do imperialismo evangélico-americano, “israel” sempre teve uma característica singular: sua simpatia internacional como a “maior democracia do Oriente Médio” e das vitórias bélicas (foram quatro, sempre no estilo de guerras relâmpagos).
O quadro ficou um pouco mais complicado para o “povo de Deus” em nosso tempo. “israel” é um país pária internacional, sofre diuturnamente boicote e manifestações contrárias em várias partes do mundo, em especial nos países ocidentais e até mesmo nos Estados Unidos, como também em países muçulmanos asiáticos, a exemplo de Malásia e Bangladesh. São milhões de pessoas que vão as ruas semanalmente pedindo o fim do cessar fogo e do genocídio na Faixa de Gaza contra os palestinos. Mas esse país desgraçado ignora, o pupilo do imperialismo é protegido e que pode fazer o que quiser, inclusive ser o patrocinador de genocídio.
“israel” tornou-se um cancro mundial, não obedece ninguém, destrói cidades, mata milhares de civis inocentes, sob o hipócrita argumento de “autodefesa” e o mundo indiferente a tudo isso! É incrível, sequer segue as normas internacionais de proteção aos mais vulneráveis em situação de guerra; destruindo escolas, hospitais, igrejas, matando intencionalmente crianças e mulheres, profissionais da saúde, jornalistas, etc. Ou seja, uma entidade hiperagressiva e perigosa para o mundo atual. Isso chegou até no campo diplomático, não respeitando ninguém, quando uma delegação de diplomatas de vários países foram a Jenin, na Cisjordânia e recebidos a tiros por tropas israelenses formada por criminosos fardados. O que esse país maldito tem de excepcional? Vamos conviver com essa gente miserável que debocha dos “inferiores”, sem impunidade?
Entretanto, a entidade sionista tem encontrado dificuldades em consolidar vitórias. Os bombardeios aéreos não são suficientes para estas vitórias. A entidade tem um dilema, cada vez mais sozinha e agora com o afastamento do imperialismo evangélico, se complica ainda mais. O que fazer? São seis frentes de batalha numa espécie de guerra permanente e não apenas em Gaza. Ou seja, a estratégia é exterminar os palestinos e ao mesmo tempo formar o “Grande Israel”. Nesse caso, “israel” teria que exterminar os 5 milhões de palestinos, e mais 200 milhões de árabes que estão no Egito, Jordânia, Líbano, Síria e Iraque para formar o “Eretz israel”. Talvez com uso de armas nucleares isso possa acontecer, e ainda mais, o mundo não reagiria, afinal estamos tratando de uma “raça superior” que incorpora a matança de crianças como política de Estado, são os mais inteligentes da galáxia e para justificar essas atrocidades, se defendem na quadra da surrada narrativa do antissemitismo e o holocausto como meio de defesa. É de doer o coração!
Agora agregamos que já existem mercenários operando na Faixa de Gaza para realizar a “solução final” dos palestinos, formado por nazistas da Europa Oriental, cossacos e indianos. Uma amostra que a Besta da Estrela de David também tem a alternativa de buscar “guerreiros” desse naipe como “autodefesa”.
Na verdade, o que observamos é que a entidade sionista está nas mãos de uma população de maioria fascista e de um governo formado por psicopatas que querem guerra total e agora guerras eternas! Haja soldados! Para esta entidade não existe diplomacia, o que existe é ferro e fogo (como a atual operação Carruagens de Gideão para ocupar Gaza em definitivo, uma metáfora bíblica!!). Bom, como temos guerras infinitas, vamos observar se a entidade suportará permanentemente uma guerra. Mas o que importa é que “israel” é o “povo de Deus”. Ser um país racista, genocida, que adora matar crianças e não obedece ninguém, certamente terá seu preço. E que “israel” desapareça da face da Terra, preservando os verdadeiros judeus.
* José Eloízio da Costa e Silmara Lisboa Santos são da universidade Federal de Sergipe


