Galeria J Inácio abre as portas

 

Rian Santos
riancalangodoido@yahoo.com.br 
Peles d’água’, uma reu
nião de trabalhos iné
ditos de Bené Santana, inaugura hoje o novo espaço ocupado pela Galeria de Artes J Inácio, depois de um longo período de portas fechadas. Meses se passaram desde quando as atividades no interior do cubo branco foram suspensas, sob os protestos vazios do Fórum Permanente de Artes Visuais. Pergunta-se, sem a intenção de cometer ofensa: Alguém terá notado?
Aparentemente, nem os artistas reunidos no tal Fórum, nem os gestores da Fundação Aperipê se deram conta do papel fundamental de uma galeria pública no desenvolvimento do espírito crítico e da auto estima de um dado lugar. Fosse diferente, o espaço eleito para abrigar a J Inácio após a reforma da biblioteca estaria em pleno funcionamento, há meses. E, no entanto, ninguém deu um pio.
Infelizmente, a falta de sensibilidade de uns e outros transformou um corredor apertado na sede da antiga Secult no principal espaço expositivo da aldeia. Artistas sem o mínimo senso de dignidade profissional emprestaram as próprias obras para naturalizar o armengue, felizes da vida. Assim, o improviso virou norma.
Não espanta, portanto, que a inauguração da J Inácio não tenha merecido um simples release, por parte da bem remunerada equipe de comunicação do Governo de Sergipe. Um convite foi distribuído pelos canais oficiosos do WhatsApp, já na véspera do grande dia. Eis a atenção dedicada ao exercício artístico no âmbito do poder público estadual.
Irmão, o cantor e compositor que batiza o corredor cultural na sede da Secult, não merecia ter o nome associado a um arremedo de galeria. Bené Santana, um dos artistas mais inquietos em atividade na aldeia, merece mais do que os sete dinheiros distribuídos por meio de um edital.

Peles d’água’, uma reu nião de trabalhos iné ditos de Bené Santana, inaugura hoje o novo espaço ocupado pela Galeria de Artes J Inácio, depois de um longo período de portas fechadas. Meses se passaram desde quando as atividades no interior do cubo branco foram suspensas, sob os protestos vazios do Fórum Permanente de Artes Visuais. Pergunta-se, sem a intenção de cometer ofensa: Alguém terá notado?
Aparentemente, nem os artistas reunidos no tal Fórum, nem os gestores da Fundação Aperipê se deram conta do papel fundamental de uma galeria pública no desenvolvimento do espírito crítico e da auto estima de um dado lugar. Fosse diferente, o espaço eleito para abrigar a J Inácio após a reforma da biblioteca estaria em pleno funcionamento, há meses. E, no entanto, ninguém deu um pio.
Infelizmente, a falta de sensibilidade de uns e outros transformou um corredor apertado na sede da antiga Secult no principal espaço expositivo da aldeia. Artistas sem o mínimo senso de dignidade profissional emprestaram as próprias obras para naturalizar o armengue, felizes da vida. Assim, o improviso virou norma.
Não espanta, portanto, que a inauguração da J Inácio não tenha merecido um simples release, por parte da bem remunerada equipe de comunicação do Governo de Sergipe. Um convite foi distribuído pelos canais oficiosos do WhatsApp, já na véspera do grande dia. Eis a atenção dedicada ao exercício artístico no âmbito do poder público estadual.
Irmão, o cantor e compositor que batiza o corredor cultural na sede da Secult, não merecia ter o nome associado a um arremedo de galeria. Bené Santana, um dos artistas mais inquietos em atividade na aldeia, merece mais do que os sete dinheiros distribuídos por meio de um edital.

 

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