Hospital São José suspende setor de fissura

 

Por tempo ainda indeterminado, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) acolhidos pelo setor de fissura do Hospital São José, em Aracaju, permanecerão sem assistência médica especializada. Com um fluxo mensal de 150 atendimentos, e três cirurgias semanais, o serviço público foi suspenso na manhã última sexta-feira, dia 24 de setembro, depois que a administração hospitalar identificou um atraso nos repasses financeiros superior a 90 dias. O governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), garantiu que as verbas foram devidamente depositadas na conta da Prefeitura de Aracaju, responsável por repassar o respectivo valor para o Hospital São José. 
Já a direção da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informou na última terça-feira (28) que faturas em aberto foram debitadas pela administração municipal tendo como destinatário a unidade filantrópica hospitalar, mas que a fatura com referência ao setor de fissurados precisou, neste momento, permanecer com os débitos sem serem quitados. Diante do não repasse integral, o setor financeiro do HSJ informou ao JORNAL DO DIA que, paralelo às dificuldades em realizar o pagamento salarial dos profissionais que atuam no espaço, também se torna impossível firmar novos compromissos com grupos empresariais que fornecem insumos e medicamentos ao mercado hospitalar. A Sociedade Especializada no Atendimento ao Fissurado do Estado de Sergipe lamentou a manutenção do problema, e pede apoio dos órgãos estaduais e federais de fiscalização. 
De acordo com Aristóteles Bispo Filho, presidente da Seafese, a intervenção fiscalizatória por parte do Poder Judiciário tem como principal objetivo reparar os problemas e diminuir a aflição enfrentada por centenas de famílias. "Estamos diante de uma suspensão forçada de assistência a inúmeras crianças e adolescentes que não podem seguir com os tratamentos por falta de cumprimento destes pagamentos. Três meses de pendências é sim um problema que acaba contribuindo para que a situação administrativa do hospital chegue ao seu limite, e os gestores se deparem com a difícil necessidade de suspender os atendimentos e cirurgias. É preciso que o Ministério Público Estadual e Federal investiguem esse caso", declarou. 

Por tempo ainda indeterminado, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) acolhidos pelo setor de fissura do Hospital São José, em Aracaju, permanecerão sem assistência médica especializada. Com um fluxo mensal de 150 atendimentos, e três cirurgias semanais, o serviço público foi suspenso na manhã última sexta-feira, dia 24 de setembro, depois que a administração hospitalar identificou um atraso nos repasses financeiros superior a 90 dias. O governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), garantiu que as verbas foram devidamente depositadas na conta da Prefeitura de Aracaju, responsável por repassar o respectivo valor para o Hospital São José. 
Já a direção da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), informou na última terça-feira (28) que faturas em aberto foram debitadas pela administração municipal tendo como destinatário a unidade filantrópica hospitalar, mas que a fatura com referência ao setor de fissurados precisou, neste momento, permanecer com os débitos sem serem quitados. Diante do não repasse integral, o setor financeiro do HSJ informou ao JORNAL DO DIA que, paralelo às dificuldades em realizar o pagamento salarial dos profissionais que atuam no espaço, também se torna impossível firmar novos compromissos com grupos empresariais que fornecem insumos e medicamentos ao mercado hospitalar. A Sociedade Especializada no Atendimento ao Fissurado do Estado de Sergipe lamentou a manutenção do problema, e pede apoio dos órgãos estaduais e federais de fiscalização. 
De acordo com Aristóteles Bispo Filho, presidente da Seafese, a intervenção fiscalizatória por parte do Poder Judiciário tem como principal objetivo reparar os problemas e diminuir a aflição enfrentada por centenas de famílias. "Estamos diante de uma suspensão forçada de assistência a inúmeras crianças e adolescentes que não podem seguir com os tratamentos por falta de cumprimento destes pagamentos. Três meses de pendências é sim um problema que acaba contribuindo para que a situação administrativa do hospital chegue ao seu limite, e os gestores se deparem com a difícil necessidade de suspender os atendimentos e cirurgias. É preciso que o Ministério Público Estadual e Federal investiguem esse caso", declarou. 

 

Compartilhe esta notícia