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Não há alteração do preço da gasolina nos postos


Publicado em 09 de agosto de 2012
Por Jornal Do Dia


Nos postos, os preços dos combustíveis ainda não mudaram

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse ontem que o reajuste do preço da gasolina é uma possibilidade este ano, mesmo com a preocupação com a inflação, porém a decisão ainda está em estudo pelo Governo Federal. Questionado sobre possível percentual de aumento no preço do combustível, o ministro não quis fazer estimativas.

Em Sergipe, o presidente do Sindicato dos Donos de Postos de Combustíveis, Flávio Andrade, informa que as informações de aumento não foram oficializadas e o que sabe é por meio da imprensa. "Nas bombas por enquanto não existe alteração no preço. O último reajuste aconteceu em junho", disse.

No Estado os preços são variados, os donos são livres para praticar o preço que desejar. Há posto de combustível que está comercializando a gasolina a R$ 2,72 o litro, em outros R$ 2,79. "O sindicato não interfere nessa questão", avisa Andrade.

Agravantes – O economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Luiz Moura, antevê que o preço pode subir por alguns fatores: a Petrobras já anunciou prejuízo de mais de R$ 1 bilhão; a defasagem no preço da gasolina, que desde 2009 não sobe; e a identificação de alguns poços que estavam secos. "Outro agravante que pode influenciar no aumento do combustível nos próximos dias é que em setembro acontece a renegociação salarial dos frentistas", explica.

De acordo com Moura, houve um reajuste, mas o consumidor não percebeu. "O Governo Federal retirou a Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) e por conta dessa retirada houve aumento, mas não para o consumidor. Porém, sem a Cide a arrecadação dos Estados é afetada".

Crescimento – Luiz Moura observa que o combustível é caro para o cidadão brasileiro, "mas nem por isso ele deixou de circular ou de comprar carros, prova disso é o trânsito cada vez mais congestionado".
Sobre os preços semelhantes praticados em Sergipe, ele diz que é estranha a postura dos donos de postos de combustível. "Os preços são parecidos e em alguns casos até idênticos, mas não há provas de que haja combinação de preços".

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