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O adjetivo “maldito”


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Publicado em 27 de janeiro de 2024
Por Jornal Do Dia Se


Rian Santos
 
Há algo de heróico no adjetivo “maldito”.  Talvez por isso, os malquistos e marginais despertem em mim uma simpatia irrevogável. Nas prateleiras de minha biblioteca particular, nos embates mais dolorosos, à mesa dos bares, numa fila, prefiro a companhia de gente sem papas na língua. 
São estes, os mal educados, os rancorosos e mal amados, os únicos com temperamento para mandar tudo para o diabo, sem prejuízo de sua má reputação.
Eu poderia me dar ao trabalho de enfileirar um verdadeiro séquito de escritores malditos, filhos legítimos e bastardos da aldeia Serigy, desde Fernando Sávio até Amaral Cavalcante. Não o farei. Antes disso, brindo o leitor com a prosa afiada do jornalista Luciano Correia, em artigo exclusivo, reproduzido abaixo. Hoje presidente da Funcaju, ele percorreu longa trajetória acadêmica e profissional até merecer as recompensas derivadas do trabalho duro. Reconhecido por todos os grandes, Luciano jamais perdeu, no entanto, a fama de encrenqueiro iconoclasta. Razão de sobra para que eu o tenha como um profissional admirável, além de grande amigo.
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