* Rômulo Rodrigues
Já faz algum tempo que o império do Tio Sam, para se manter no topo do mundo invade países, saqueia riquezas, mata muita gente, tudo em nome de preservar a democracia global, sempre sob o domínio do capital financeiro cujo preposto está sendo bajulado para que controle o Brasil começando pelo PIX que já impediu que alguns trilhões de dólares migrassem do nosso país, via cartões de crédito, para permitir que continuem patrocinando guerras que derrubam governos eleitos pelo povo e que não aceitam porque se negam a rezar por sua cartilha.
O pedido feito é que assuma o controle da nossa eleição presidencial em curso taxando como terroristas as organizações criminosas instaladas no Rio de Janeiro e em São Paulo para colocar na presidência da República um capacho que lhe entregue as riquezas, a soberania e libere jovens para serem recrutados pelo império decadente para morrerem nas guerras atuais e futuras, em lutas contra ouros jovens que não conhecem e não odeiam, pouco se importando se isso vai favorecer as organizações que ajudou a nominar de terroristas.
O traidor sabe que a grande mídia é capaz de esconder que um jato vindo dos EUA com 260 quilos de maconha e outras drogas além de armas foi detido no Paraguai provando que o tráfico na América do sul é alimentado pelo país de Donald Trump, como vem denunciando a imprensa livre e que, os ataques dele contra o Brasil indicam que são porque o combate ao crime organizado aqui dificulta que as armas fabricadas lá não possam ser vendidas cá, e os fabricantes da indústria bélica que financiaram sua campanha estão pressionando que pare o combate por aqui não seja intensificado.
Então, está ficando claro que o pedido de Flavio Bolsonaro com aval da Faria Lima é para que Donald Trump faça intervenção na eleição presidencial do Brasil para garantir que Flávio cumpra a promessa de entregar o país de porteira fechada com controle do Banco Central, minerais críticos, terras raras e a cereja do bolo que é o PIX, com a cumplicidade dos partidos alinhados como o PL, União Brasil, Republicanos, Progressistas e mais a arraia miúda para sustentar qualquer quórum.
Chama a atenção a euforia dos aliados de Flavio Bolsonaro nos telejornais da Globo como no Jornal Hoje do dia 8 quando o apresentador disse em êxtase que Donald Trump tinha dado ordens para que Israel e Teerã cessassem fogo imediatamente esquecendo que pouca gente ainda leva a sério suas bravatas e aproveitam par fazer vista grossa para as atrocidades do badalado e venerado país da democracia, cuja mídia jamais dará destaque ao que estão fazendo com delegações que vieram disputar a Copa do mundo da FIFA, como a mais recente humilhação feita à do Senegal, que escandalizariam caso fossem feitas por Rússia ou China.
Antes do início da competição a delegação do Iran já está proibida de ficar onde faz a disputa, tendo que vazar assim que cada jogo acabar; o melhor árbitro da África foi deportado assim que desembarcou e o craque do Iraque foi torturado num depoimento de 7 horas. Mas, em resposta ao massacre estadunidense que matou 126 crianças em uma escola de Teerã, os jogadores do Iran vão entrar em campo com fotos de cada criança nos uniformes, saindo vitoriosa independente dos resultados em campo.
Também não foi noticiado que um jato vindo dos EUA foi detido no Paraguai com 260 quilos de maconha e armas, provando que quem abastece o tráfico na América do Sul são eles e que há denuncias que os fabricante de arma estão contrariados, como financiadores da sua campanha eleitoral não se satisfazem só com Venezuela.
Entretanto, o alerta no mundo está sendo dado; o Brasil e a China ampliaram a coordenação com o Sul Global, incluindo a Rússia, para fortalecer o multilateralismo e fazer frente à criminosa aliança entre EUA e Israel e para não deixar passar em branco o resgate da história de lutas da classe trabalhadora em resgate internacional e esfregar nas caras dos extremistas de direita que querem derrubar no senado a vitória na câmara com a derrubada da jornada de 6×1 horas de trabalho semanal, o discurso de Henry Ford, fundador da fábrica de automóveis cuja marca leva seu nome, que em ato político no 1º de maio de 1926 disse: o país está pronto para a semana de 5 dias de trabalho com jornada de 8 horas diárias e seguramente deverá valer para todas as indústrias, acabando com a ideia de que é tempo perdido ou privilégio o lazer para os trabalhadores.
O criador do fordismo, que revolucionou a divisão social do trabalho na indústria, foi mais além com um questionamento que os representantes das bancadas do Boi, da Bala e da Bíblia no congresso nacional negam a mando dos patrões da Faria Lima que são donos dos seus mandatos; se os trabalhadores não ganharem melhores salários, quem há de comprar nossos produtos?
Por lá, na pátria da família Bolsonaro, há sinais de que ecoam palavras de Henry Ford, quando pesquisas estão indicando que 8 milhões de cidadãos e cidadãs, já sentindo os efeitos da estupidez do presidente deles e delas, na inflação e queda nos rendimentos, querem chutar o traseiro do ídolo dos fascistas brasileiros o que poderá nos trazer um grande conforto se o Jornal Nacional noticiar que a única opção para o Brasil será Lula e, o resto é o lixo da história.
* Rômulo Rodrigues, sindicalista aposentado, é militante político


