Operação prende quatro acusados por chacina em seresta

 

Uma operação conjunta de combate ao tráfico de drogas e homicídios foi deflagrada ontem na cidade de Riachão do Dantas (Centro-Sul), por equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Grupo Especial de Repressão e Busca (Gerb). Nas buscas, quatro pessoas foram presas: Alberto Menezes, o ‘Lágrima’; José Agnaldo de Melo, o ‘Coroa’; Denisson Oliveira da Silva, o ‘Índio’, e a esposa dele, Maria Hortência. Com eles foram apreendidas quatro armas de fogo, munições, balanças de precisão, e uma pequena quantidade de drogas. 
Segundo a polícia, a investigação começou a partir da chacina que deixou três mortos e dois feridos em um bar no 17 de Março (zona sul de Aracaju), na madrugada do dia 5 de junho. Na ocasião, um grupo armado entrou em uma seresta que acontecia no bar e disparou vários tiros, perseguindo um dos que bebiam no bar. As vítimas que morreram foram identificadas como Anselmo dos Santos, 27 anos, Allane Souza de Assis, 28, e Bárbara Santos Nunes, 18.
A delegada afirma que os três primeiros suspeitos, Denisson, Agnaldo e Hortência, entraram no bar e, ao avistarem Anselmo, um deles chamou ‘Coroa’ e os quatro voltaram atirando para a seresta, onde acertaram as vítimas. "Após o crime, com a investigação, eles se sentiram acuados e foram se refugiar em Riachão. E, na madrugada desta terça, tivemos sucesso em efetuar a prisão dos quatro. É um grupo bastante violento. Além desses dois crimes, estamos investigando a participação deles em outros da mesma natureza no Santa Maria", afirmou a delegada Thereza Simony Silva, diretora do DHPP. 
Ela informou também que Denisson, Agnaldo e Alberto são acusados também por uma morte ocorrida dois dias antes da chacina, quando um rapaz de prenome Wesley foi assassinado no Santa Maria, mesmo estando ele com uma criança de colo. Segundo a polícia, os suspeitos teriam mandado ele tirar a criança dos braços e o executaram em seguida. "As prisões vão dar uma acalmada na região e, com isso, esperamos que a população comece a falar mais com a polícia, se sinta mais segura para denunciar através do 181, nosso Disque Denúncia. Esperamos também que os familiares das vítimas colaborem com mais informações", finalizou Thereza.

Uma operação conjunta de combate ao tráfico de drogas e homicídios foi deflagrada ontem na cidade de Riachão do Dantas (Centro-Sul), por equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Grupo Especial de Repressão e Busca (Gerb). Nas buscas, quatro pessoas foram presas: Alberto Menezes, o ‘Lágrima’; José Agnaldo de Melo, o ‘Coroa’; Denisson Oliveira da Silva, o ‘Índio’, e a esposa dele, Maria Hortência. Com eles foram apreendidas quatro armas de fogo, munições, balanças de precisão, e uma pequena quantidade de drogas. 
Segundo a polícia, a investigação começou a partir da chacina que deixou três mortos e dois feridos em um bar no 17 de Março (zona sul de Aracaju), na madrugada do dia 5 de junho. Na ocasião, um grupo armado entrou em uma seresta que acontecia no bar e disparou vários tiros, perseguindo um dos que bebiam no bar. As vítimas que morreram foram identificadas como Anselmo dos Santos, 27 anos, Allane Souza de Assis, 28, e Bárbara Santos Nunes, 18.
A delegada afirma que os três primeiros suspeitos, Denisson, Agnaldo e Hortência, entraram no bar e, ao avistarem Anselmo, um deles chamou ‘Coroa’ e os quatro voltaram atirando para a seresta, onde acertaram as vítimas. "Após o crime, com a investigação, eles se sentiram acuados e foram se refugiar em Riachão. E, na madrugada desta terça, tivemos sucesso em efetuar a prisão dos quatro. É um grupo bastante violento. Além desses dois crimes, estamos investigando a participação deles em outros da mesma natureza no Santa Maria", afirmou a delegada Thereza Simony Silva, diretora do DHPP. 
Ela informou também que Denisson, Agnaldo e Alberto são acusados também por uma morte ocorrida dois dias antes da chacina, quando um rapaz de prenome Wesley foi assassinado no Santa Maria, mesmo estando ele com uma criança de colo. Segundo a polícia, os suspeitos teriam mandado ele tirar a criança dos braços e o executaram em seguida. "As prisões vão dar uma acalmada na região e, com isso, esperamos que a população comece a falar mais com a polícia, se sinta mais segura para denunciar através do 181, nosso Disque Denúncia. Esperamos também que os familiares das vítimas colaborem com mais informações", finalizou Thereza.

 

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