Prefeitura oferta 400 vagas para jovens e adultos através do projeto Aracaju Alfabetiza

 

Como meta do Planejamento Estratégico e objetivando caminhar para a erradicação do analfabetismo na capital, a Prefeitura de Aracaju, através da Secretaria Municipal da Educação (Semed), iniciará o projeto "Aracaju Alfabetiza", voltado para jovens e adultos que são analfabetos ou analfabetos funcionais. Com 400 vagas disponíveis, distribuídas em diversos bairros da cidade, a idade mínima para participar do projeto é a partir de 15 anos. A execução do Aracaju Alfabetiza está sob a responsabilidade da Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos da Semed (Coeja). 
As inscrições já estão abertas e as aulas iniciarão no mês de junho. Para participar, além de cumprir o requisito de idade, o aluno também precisa estar, no mínimo, há dois anos sem matrícula em nenhuma unidade de ensino da rede. "Este projeto faz parte do Planejamento Estratégico da gestão e estamos buscando quais as comunidades que apresentam as maiores demandas de analfabetos. A meta é fechar até 20 turmas em toda a cidade e a nossa equipe está trabalhando na divulgação e na matrícula destes alunos", explica a secretária municipal da Educação, Maria Cecília Leite.
Antes do início do ano letivo para esta modalidade, os professores da rede que darão aulas no projeto passarão por capacitação. "Os nossos professores efetivos e também os que foram contratados no último Processo Seletivo Simplificado, que trabalharão no projeto, receberão a formação sobre alfabetização. O objetivo é que todos os alunos matriculados terminem o ano letivo sabendo ler e escrever", afirma a coordenadora do Coeja, Ana Izabel de Moura. 
O calendário do Aracaju Alfabetiza foi programado para encerrar próximo dos alunos do ensino regular. Em 2020, esses estudantes serão reclassificados e encaixados nas turmas do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) que mais se adaptarem. 
Localidades – Após verificação realizada em toda a cidade, a Semed mapeou os locais que apresentaram as maiores demandas. Os bairros Santa Maria e 17 de Março são os que mais registram presença de jovens e adultos analfabetos. Diante disso, mais turmas serão ofertadas nestas localidades. As aulas serão realizadas tanto em escolas como em outras instituições públicas, como os Centros de Referência da Assistência Social (Cras), sedes do Conselho Tutelar e da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat). 

Como meta do Planejamento Estratégico e objetivando caminhar para a erradicação do analfabetismo na capital, a Prefeitura de Aracaju, através da Secretaria Municipal da Educação (Semed), iniciará o projeto "Aracaju Alfabetiza", voltado para jovens e adultos que são analfabetos ou analfabetos funcionais. Com 400 vagas disponíveis, distribuídas em diversos bairros da cidade, a idade mínima para participar do projeto é a partir de 15 anos. A execução do Aracaju Alfabetiza está sob a responsabilidade da Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos da Semed (Coeja). 
As inscrições já estão abertas e as aulas iniciarão no mês de junho. Para participar, além de cumprir o requisito de idade, o aluno também precisa estar, no mínimo, há dois anos sem matrícula em nenhuma unidade de ensino da rede. "Este projeto faz parte do Planejamento Estratégico da gestão e estamos buscando quais as comunidades que apresentam as maiores demandas de analfabetos. A meta é fechar até 20 turmas em toda a cidade e a nossa equipe está trabalhando na divulgação e na matrícula destes alunos", explica a secretária municipal da Educação, Maria Cecília Leite.
Antes do início do ano letivo para esta modalidade, os professores da rede que darão aulas no projeto passarão por capacitação. "Os nossos professores efetivos e também os que foram contratados no último Processo Seletivo Simplificado, que trabalharão no projeto, receberão a formação sobre alfabetização. O objetivo é que todos os alunos matriculados terminem o ano letivo sabendo ler e escrever", afirma a coordenadora do Coeja, Ana Izabel de Moura. 
O calendário do Aracaju Alfabetiza foi programado para encerrar próximo dos alunos do ensino regular. Em 2020, esses estudantes serão reclassificados e encaixados nas turmas do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) que mais se adaptarem. 

Localidades – Após verificação realizada em toda a cidade, a Semed mapeou os locais que apresentaram as maiores demandas. Os bairros Santa Maria e 17 de Março são os que mais registram presença de jovens e adultos analfabetos. Diante disso, mais turmas serão ofertadas nestas localidades. As aulas serão realizadas tanto em escolas como em outras instituições públicas, como os Centros de Referência da Assistência Social (Cras), sedes do Conselho Tutelar e da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat). 

 

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